Pimentel diz que balança comercial ficará positiva este ano

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse ontem que o Brasil vai ter "com toda certeza" saldo positivo na balança comercial este ano, embora não seja possível prever em que patamar será o superávit

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse ontem que o Brasil vai ter “com toda certeza” saldo positivo na balança comercial este ano, embora não seja possível prever em que patamar será o superávit. Ele enfatizou que a expectativa é que haja recuperação do comércio brasileiro a partir de agora.
Segundo números divulgados na segunda-feira (1º) pela sua pasta, a balança comercial brasileira fechou março com superávit de US$ 164 milhões no mês. No entanto, há déficit acumulado de US$ 5,1 bilhões nos três primeiros meses do ano, contra superávit de US$ 2,419 bilhões no período equivalente do ano passado.
“A balança comercial está reagindo; março já foi um pouco melhor e nós esperamos que, a partir de agora, melhore ainda mais”, disse, ao participar de reunião no Ministério da Justiça. O superávit de março ocorre após dois meses de déficit na balança comercial brasileira. Embora positivo, o resultado foi o mais fraco para o mês de março desde 2001. “Vamos trabalhar para repetir o saldo do ano passado. Não sabemos se vai ser possível, porque a situação não está boa, a recuperação das commodities está mais lenta do que esperávamos, mas não tem nada que nos preocupe muito. Nós vamos conseguir um bom saldo”, garantiu.
Nesta segunda (1°), a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Prazeres, também disse que o governo projeta superávit na balança comercial em 2013. Ela ressaltou que a média diária das exportações em março, de US$ 966,2 milhões, foi a melhor para o período, desde o início da série histórica.
De acordo com o ministério, o superávit em março não foi maior por causa da queda de 32,9% nas exportações brasileiras de petróleo, na comparação com março de 2012.

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