10 de abril de 2021

PIM aquece vendas para o Dia das Crianças

A indústria já se prepara para atender a demanda do Dia das Crianças, principalmente o setor de brinquedos, que não envolve eletrônicos

A indústria já se prepara para atender a demanda do Dia das Crianças, principalmente o setor de brinquedos, que não envolve eletrônicos. Em uma época cujas crianças nascem ‘praticamente’ sabendo mexer em computadores, celulares e outros equipamentos tecnológicos, as fábricas de cartas, entre outros brinquedos menos ‘modernos’, lutam para manter a concorrência.
Segundo os indicadores da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), este subsetor, que não inclui bens de informática, anotou uma cifra de US$ 20 milhões até maio, um crescimento de 14,90% em comparação a igual período de 2010 (US$ 17.40 milhões).
Porém, ‘como nem tudo são flores’, dentre o polo eletroeletrônico, somente os fabricantes de celulares conseguiram uma cifra de US$ 936.59 milhões, quantia 97,87% superior a que foi ‘abocanhada’ pelo segmento de brinquedos.

Driblar obstáculo

Para driblar este obstáculo, o diretor de manufatura da Tectoy, Odorico Zamprogno, argumenta que a empresa busca parcerias para elevar a fatia da indústria no mercado nacional. “Estamos em negociação com três empresas”, salientou.
A partir desta futura sociedade, a Tectoy pretende ampliar sua linha de produção, assim como o número de funcionários efetivados. De acordo com Zamprogno, atualmente existem 500 pessoas trabalhando na fábrica, a projeção é que até o final deste ano, este número aumente 50% e totalize 750 contratações. “Pretendemos estabilizar no ano que vem, em uma faixa de 800 funcionários”, destacou.
Com os andamentos dos negócios, a perspectiva para a festividade é que haja um aumento de 30% a 50% no valor faturado, quando confrontado ao resultado de mesma época de 2010.
Outra que também procura modificar esta preferência por telefones móveis como presentes é a Copag da Amazônia, com a produção de baralhos. Segundo o representante do setor comercial da indústria, Jamil Fróes, há um mix de produtos totalmente direcionado ao público infantil, com jogos educacionais e ilustração de personagens da Disney.
Fróes prevê alta de 10% em comparação a 2010 e diz que a festividade é um período bom para a empresa, pois representa 20% do faturamento de outubro. “Nossos maiores clientes são lojas de brinquedos”, afirmou.

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