PIB dos Estados Unidos registra expansão de 0,9%

O dado anterior mostrou um crescimento de apenas 0,6%, mesmo do quarto trimestre do ano passado.
A revisão ficou dentro das expectativas dos analistas e foi recebida como sinal de que a economia ainda mantém um ritmo de crescimento razoável.
A crise do setor imobiliário continuou a pressionar a economia do país os gastos das empresas de construção com novos projetos tiveram queda de 25,5% em termos anualizados; foi a maior queda em 27 anos.
Os gastos do consumidor no período tiveram um aumento de apenas 1%, mais baixo desde a recessão que atingiu os EUA em 2001. As empresas também diminuíram seus gastos e investimentos.
O crescimento das exportações foi um dos fatores que manteve a economia americana em expansão no trimestre passado, com um crescimento de 2,8%. A queda do dólar diante de outras moedas foi o que impulsionou a demanda por produtos americanos no exterior.
Segundo a Nabe (Associação Nacional de Economistas Empresariais, na sigla em inglês), a economia americana deve registrar uma expansão de apenas 0,4% no segundo trimestre. Para o terceiro, no entanto, as previsões são de um crescimento de 2,2%, refletindo os efeitos dos cortes de juros efetuados pelo Federal Reserve (Fed, o BC americano) até o momento -em abril, o banco fez o sétimo corte na taxa, reduzindo-a para 2% ao ano.

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