Pesquisar pode driblar inflação

A alta da inflação, principalmente nos alimentos e nos serviços, tem causado impacto direto no orçamento doméstico das famílias brasileiras. Segundo os economistas da Serasa Experian, o aumento nos preços diminui o poder de compra do consumidor, ou seja, seu dinheiro acaba valendo menos no final do mês. Maneiras simples podem ajudar o cidadão a se defender da inflação e não desequilibrar as finanças pessoais, como pesquisar preços, buscar alternativas de consumo e substituir produtos e serviços por outros mais baratos.
Lançado neste mês, o Indicador Serasa Experian de Educação Financeira mostrou que 39% da população acharam falsa a afirmação de que em um país onde a inflação é alta, os preços não se alteram tanto com o tempo. Ainda de acordo com o índice, 49% da população não soube responder a pergunta de quanto fechou em 2012 a taxa acumulada de inflação no Brasil. Apenas 21% das pessoas responderam da forma correta, entre 4% e 7%. De acordo com os economistas, o brasileiro conhece o fenômeno da inflação, mas têm dificuldades em compreender e administrar seus recursos e dívidas quando os preços sobem.
O indicador também apontou que quanto mais pessoas da família são envolvidas nas decisões financeiras, maior o nível de educação financeira do brasileiro. Por isso, para controlar o orçamento mensal, a principal dica é se reunir com os outros integrantes da casa e anotar todos os produtos e serviços consumidos no mês, desde as despesas com aluguel e combustível até os pequenos gastos com o pão de queijo e o cafezinho na padaria, para comparar com o mês seguinte. Com isso, é possível saber o que sofreu ou não reajuste de preço no período e acordar entre todos o que precisa ou não ser cortado.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, outro ponto importante é ficar atento aos gastos que incorporam juros, como o rotativo do cartão de crédito e novas compras parceladas, além do cheque especial. Isto porque, com a inflação subindo, a tendência é de alta na taxa básica de juros no crédito, que deve ser repassada ao consumidor. Para a criação do Indicador Serasa Experian de Educação Financeira foram entrevistadas – no primeiro trimestre de 2013 – 2.002 pessoas maiores de 16 anos de idade, em 142 cidades de todos os Estados brasileiros e do Distrito Federal, incluindo capitais, periferia e interior.

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