Pesquisa mostra alta da remuneração de trabalhadores da indústria em junho

Com o resultado de junho, o setor fechou o primeiro semestre deste ano acumulando alta também de 4,6% nos gastos com os trabalhadores.
Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego na Indústria divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O economista André Macedo, da Coordenação de Indústria do IBGE, disse que os resultados acompanham o crescimento da produção industrial no país nos últimos meses. Segundo ele, os aumentos de salário, refletidos na ampliação da folha de pagamento, representam ganho real dos trabalhadores em relação ao ano passado.
De acordo com o economista do instituto de pesquisa brasileiro, os resultados verificados na folha de pagamento acompanham os resultados favoráveis vindos da produção industrial e também do emprego que neste período apresentou melhoras consideráveis em relação a ano anteriores.
Muitos deles refletem aumentos de salário, que têm uma contribuição importante no ganho real dos trabalhadores, em função de haver uma inflação ainda mais controlada do que em igual período do ano anterior. E o crescimento também se dá de uma forma bastante espalhada, tanto em termos de locais pesquisados quanto em termos setoriais, explicou Macedo.
De acordo com a pesquisa, a expansão da folha de pagamento da indústria foi observada em comparação com junho do ano passado em todos os locais investigados.
Os estados em que a remuneração dos trabalhadores da indústria mais cresceu foram São Paulo, principalmente no segmento de produtos químicos (19,2%); Rio de Janeiro, com destaque para o setor extrativo (43,7%); e Rio Grande do Sul, puxado pela atividade ligada produção de metais (45,5%).
Em termos setoriais, a ampliação da folha de pagamento foi registrada em 12 dos 18 segmentos pesquisados, entre eles a indústria extrativa (19%), de produtos químicos (14,5%) e de alimentos e bebidas (6,2%).
A pesquisa do IBGE também indicou estabilidade no mercado de trabalho na indústria, de maio para junho, com ligeiro recuo de 0,1% nas contratações, depois de cinco meses em expansão. Em relação com junho do ano passado, o emprego na indústria avançou 2,1%, taxa idêntica registrada em maio na comparação com o mesmo período do ano anterior. Com o desempenho de junho, o setor fecha o primeiro semestre de 2007 com alta de 1,6% nas contratações.
Os dados da pequisa abrangem os estados de Pernambuco; Ceará; Bahia; Espírito Santo; Minas Gerais; Rio de Janeiro; São Paulo; Paraná; Santa Catarina e Rio Grande do Sul e as Regiões Norte e Centro-Oeste; Região Nordeste; Região Sudeste; e Região Sul.

Emprego industrial fica estável em junho e fecha semestre com alta de 1,6%

O mercado de trabalho na indústria ficou praticamente estável de maio para junho, com ligeiro recuo de 0,1% nas contratações, depois de cinco meses em expansão.
Em relação a junho do ano passado, houve avanço de 2,1%, taxa idêntica registrada em maio na comparação com o mesmo período do ano anterior. Com o desempenho de junho, o setor fecha o primeiro semestre de 2007 com alta de 1,6% nas contratações. Os dados, divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), fazem parte da Pimes (Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário).
De acordo com André Macedo, economista da Coordenação de Indústria do IBGE, o resultado de junho representa acomodação depois de taxas consecutivas de crescimento e confirma a expansão do emprego na indústria em 2007.
Mesmo com essa variação negativa na passagem de maio para junho, a leitura desse resultado é de acomodação, até porque os resultados anteriores eram amplamente positivos. Nas outras comparações, os resultados ainda são plenamente favoráveis e atingem a maior parte dos locais e dos setores pesquisados”, avaliou Macedo.
Segundo ele, no encerramento dos seis primeiros meses de 2007, os resultados do emprego são bastante positivos e acompanham a produção industrial, que também fecha o semestre com resultados muito favoráveis.
Segundo o IBG

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