Pesquisa indica 52% de apoio a Morales a 5 semanas das eleições

O presidente da Bolívia, Evo Morales, tem apoio de 52% a pouco mais de cinco semanas da realização das eleições convocadas para o próximo dia 6 de dezembro, nas quais buscará a reeleição, segundo uma pesquisa publicada ontem pelo jornal “La Razón”.
A enquete foi realizada pela empresa Ipsos, Apoyo, Opinión y Mercado com a participação de 2.025 pessoas dos nove Departamentos (Estados) do país, entre os últimos dias 10 e 21 de outubro.
O estudo mostra que Morales mantém margem significativa em relação ao segundo colocado, mas que seu apoio caiu dois pontos percentuais, em comparação com os 54% contabilizados há um mês pela mesma empresa.
O segundo colocado, segundo a pesquisa, seria o ex-governador regional de Cochabamba Manfred Reyes Villa, com 21% das intenções de voto -um aumento de um ponto percentual em relação à pesquisa do mês passado.
O terceiro na preferência, segundo a pesquisa, é o empresário Samuel Doria Medina, que passou de 11% para 13% de apoio. Em quarto lugar ficaria o ex-prefeito de Potosí René Joaquino, que se manteve com 3% das intenções de voto.
Se os dados da pesquisa forem confirmados, Morales seria reeleito já no primeiro turno. Além disso, o governante MAS (Movimento para o Socialismo) teria maioria parlamentar na Assembleia Legislativa Plurinacional, tanto na Câmara, atualmente de maioria governista, quanto no Senado, que está controlado pela oposição.

Aniversário de Morales

O líder cubano Fidel Castro enviou uma carta ao presidente da Bolívia, Evo Morales, para cumprimentá-lo por seu aniversário de 50 anos, completados ontem. No texto, ele afirmou que a data é “alentadora para todos os povos da Nossa América”.
Fidel lembrou que o ano de nascimento do mandatário boliviano, 1959, é o mesmo do triunfo da Revolução Cubana, e enfatizou a luta travada por ambos contra os Estados Unidos. “A Revolução Cubana triunfou em 1º de janeiro de 1959. Em 26 de outubro desse mesmo ano, você nasceu. Desde então, temos resistido ao longo de meio século às agressões da mais poderosa potência imperialista da história”, salientou o ex-presidente, que se afastou da vida pública há três anos devido a problemas de saúde.
Em outro trecho da carta, Fidel recordou a infância e a trajetória de Morales, que foi líder sindical de plantadores de coca antes de chegar à presidência, em 2006.
“(Morales) veio ao mundo em berço muito pobre, estudou em escolas humildes, cultivou sua ilustre inteligência, lutou sem cessar e hoje dirige um país que foi parte da admirável cultura aymara-quechua de seus antepassados”, complementou o cubano.

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