Pela 1ª vez, envelhecimento de células humanas é revertido

Feito inédito na ciência! Pela primeira vez, cientistas conseguiram reverter o processo de envelhecimento da célula humana, que ocorre naturalmente ao longo dos anos, quando os telômeros, estruturas que formam as extremidades dos cromossomos, são encurtadas. Isso faz com que o DNA seja danificado, impedindo as células de se replicarem.

A descoberta foi feita com a ajuda de 26 pacientes voluntários, que se disponibilizaram a ficar em uma câmara de oxigênio hiperbárica, inalando oxigênio puro em uma pressão maior que a da nossa atmosfera, por cinco sessões de 90 minutos, toda semana, durante três meses. Como resultado, os pesquisadores viram alguns telômeros das células sendo estendidos em até 20% do tamanho que tinham antes, ficando como eram 25 anos atrás.

Shair Efrati, líder do estudo e médico da faculdade de medicina da Universidade de Tel Aviv, em Israel, diz que se inspirou em um experimento da NASA para conduzir o seu próprio. “Depois do experimento feito pela NASA, quando um de dois irmãos gêmeos foi enviado ao espaço e o outro ficou na Terra, demonstrou-se uma diferença significativa no comprimento do telômero, e percebemos que as mudanças fora do meio ambiente podem afetar as alterações do núcleo celular, que acontecem ao longo do envelhecimento”, disse o médico.

A pesquisa também foi capaz de reduzir as células senescentes, aquelas que deixam de se dividir e ficam se acumulando no organismo, em 37%, dando espaço para que células novas e saudáveis se multipliquem. 

Nova luminária Philips com radiação UV-C elimina o coronavírus

Produto da Phillips chega para se encaixar no novo normal

Uma das coisas que vieram para ficar no “novo normal” durante essa pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) é o cuidado extra com a higienização das mãos e de produtos — afinal, esse hábito não somente diminui a possibilidade de contágio da COVID-19, como também afasta outras doenças. O mercado vem respondendo a uma nova demanda de produtos esterilizadores e, agora, a Philips coloca no mercado uma interessante luminária de mesa dedicada para sanitizar o ambiente.

Lançada sob a chancela de sua divisão de iluminação inteligente, a Signify, a luminária de mesa para desinfecção por radiação ultravioleta (UV-C) é capaz de inativar o novo coronavírus. O produto possui dimensões de 35 x 17,4 x 16,4 cm e pesa pouco mais de um quilo. A desativação de vírus e bactérias acontece “em questão de minutos” e é possível realizar o processo com um temporizador de 15, 30 ou 45 minutos — um alarme com voz indica quando o trabalho é concluído.

YouTube experimenta IA que divide vídeos longos

Em maio, o YouTube lançou um novo recurso chamado de Capítulos, que permite aos usuários editar os vídeos longos em capítulos, separando-os por hora e data — uma boa ferramenta para quem precisa divulgar e comentar trechos específicos do conteúdo sem o tradicional compartilhamento da parte exata na contagem de minutos. Contudo, isso atualmente só pode ser realizado manualmente, pelos próprios criadores. E aí é que entra um novo algoritmo da plataforma.

O YouTube vem realizando experiências inteligência artificial (IA), usando o aprendizado de máquina para separar automaticamente os vídeos longos em capítulos. Segundo a plataforma, o algoritmo reconhece sinais específicos baseados em texto para gerar esses trechos. Portanto, se um conteúdo conta com dicas escritas para pular para a próxima seção a IA o identificará automaticamente e usará essas referências para gerar cada parte.

Não está muito claro se o sistema usa os textos da descrição no perfil da postagem e de metadados; contudo, a ideia é que a separação de quadros com palavras durante o vídeo possam ser identificados. Por exemplo, se em uma análise de videogame há a distinção de partes do conteúdo com trechos identificados como “Desempenho”, “Design”, entre outras coisas, a IA do YouTube já cortaria esses pedaços em capítulos automaticamente.

Patente: LG deve lançar primeiro notebook “enrolável” do mundo

LG é uma empresa que gosta de inovar

A LG é uma empresa que gosta bastante de inovar — ela adora lançar produtos conceituais mesmo sabendo que seu sucesso comercial será inexpressivo, como é o caso da OLED TV R, o primeiro televisor “enrolável” do mundo. Excessivamente futurista, o gadget teve sua estreia em janeiro de 2019 e tinha a curiosa proposta de oferecer um display que pudesse ser retraído para dentro de uma caixinha e “puxado” para fora quando fosse necessário.

O conceito lhe pareceu tão promissor que, pouco tempo depois, a marca asiática patenteou o nome “Rollable”, e, agora, registrou mais uma patente daquilo que pode ser o primeiro notebook enrolável do mundo. Foi o pessoal do site RootMyGalaxy que encontrou o documento — duas páginas digitalizadas que revelam desenhos técnicos de um laptop cujo display e teclado podem ser retraídos quando não estiverem em uso.

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