15 de maio de 2021

Pedidos semanais voltam a subir nos Estados Unidos

O número semanal de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos aumentou em 27 mil na semana passada e ficou em 640 mil, informou na quinta-feira, o Departamento de Trabalho americano

O número semanal de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos aumentou em 27 mil na semana passada e ficou em 640 mil, informou na quinta-feira, o Departamento de Trabalho americano.
O dado ficou em linha com o esperado pelos analistas de mercado, que apostavam em um estoque de 639 mil solicitações ao Departamento.
Na semana anterior, de acordo com os números revisados, o número de solicitações tinha caído em 47 mil, mas os dados enfraquecem as expectativas de alguns analistas sobre uma melhora do mercado de trabalho americano.
A média das últimas quatro semanas das solicitações deste subsídio, pago pelos governos dos Estados aos desempregados, caiu em 4,25 mil, para 646,75 mil.
Na semana que terminou em 11 de abril, o número de pessoas que recebiam este subsídio aumentou em 93 mil e chegou ao dado sem precedentes de 6,14 milhões, mais que o dobro do nível em que estava um ano antes.
Este dado tem registrado números sem precedentes a cada semana desde janeiro, o que indica que os trabalhadores estão com muitas dificuldades para encontrar novos empregos. Em geral, o subsídio é pago por até 26 semanas.
A média de quatro semanas das pessoas que continuavam recebendo o subsídio aumentou em 142,5 mil e chegou ao nível, também sem precedentes, de 5,94 milhões de pessoas.
O dado semanal das solicitações de seguro-desemprego reflete o ritmo de perdas de postos de trabalho, e o dado sobre as pessoas que continuam recebendo o benefício mostra o grau de dificuldade em encontrar um novo emprego.

Recuo nas vendas

As vendas de casas usadas nos Estados Unidos recuaram cerca de 3% no mês de março, segundo divulgou na quinta-feira o instituto privado NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês).
No mês passado, a taxa anualizada de vendas de residências no país ficou em 4,57 milhões de unidades, contra 4,71 milhões em fevereiro. As vendas em fevereiro tiveram uma alta inesperada na comparação com janeiro, subindo 5,1%.

Preço médio

Em compensação, o preço médio das residências vendidas teve uma leve alta, refletindo a procura no mês anterior. Em março, o preço médio das residências era de US$ 175.2 mil, alta de 5,9% frente aos preços de fevereiro (US$ 165.4 mil).
Na comparação com o mesmo mês de 2008, a queda nos preços é de 12%. Há um ano, o preço médios das residências era de US$ 200,1 mil.

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