10 de abril de 2021

Pauderney Avelino vê vantagens na MP

Em entrevista concedida à Rádio CBN de Manaus, o deputado federal Pauderney Avelino (DEM) apontou que, embora tímida no resgate para desoneração de tributos, a MP 540 traz de volta a competitividade dos produtos de informática do PIM

Em entrevista concedida à Rádio CBN de Manaus, o deputado federal Pauderney Avelino (DEM) apontou que, embora tímida no resgate para desoneração de tributos, a MP 540 traz de volta a competitividade dos produtos de informática do PIM. “Precisamos de alguns novos aditivos, melhorias ainda em alguns tipos de contribuições, como PIS/Cofins, para que a gente possa ter de volta o produto informática aqui no Amazonas”, ressaltou.
Indagado sobre eventuais perdas com o incentivo de PIS/Cofins, o parlamentar argumentou que a mesma medida prolonga o incentivo de IRPJ, que se encerraria em 2013, por mais dez anos para o polo de informática.
Avelino chama a atenção, contudo, para a aprovação de um projeto de sua autoria na Comissão da Amazonas, na semana passada. Este prorroga até 2038 a redução do IRPJ em 75% para todos os produtos, fato considerado por ele como “gravíssimo”. “Todas as empresas da área da Sudam e da Sudene correrão o risco de ter seus impostos extinguidos em 2013 se esse projeto não vier a ser aprovado como um todo e ser transformado em lei”, alertou.
Embora aponte progressos na MP dos Tablets, como a desoneração para pesquisa e desenvolvimento da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido), o deputado federal considera que isso não é o bastante para trazer mais fabricantes a Manaus. “Precisamos criar no polo de componentes para informática e para os tablets. Nós garantimos com isso não só a produção dos televisores, mas também da informática, como o notebook, netbook e também o tablet”, defendeu.

“Mais segurança”

Indagado sobre se, diante do quadro atual de volatilidade, é mais vantajoso para um empresário que deseja produzir tablets no país escolher Manaus ou São Paulo, Pauderney Avelino admitiu que este oferece “mais segurança para as empresas”, em virtude da melhor infraestrutura e logística, além do tamanho do mercado consumidor e o fato de o governo paulista dar “muita atenção para os empresários”.
“O governador de São Paulo, seja ele quem for, recebe o empresário e o passa para frente numa agenda. Precisamos mudar essa cultura no Amazonas também. Precisamos trazer o Distrito Industrial para ser um parceiro no desenvolvimento do Estado”, encerrou.

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