Páscoa sem reaquecimento nas vendas em Manaus

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Apesar de admitir que nesta páscoa os números do comércio local possam ter uma ligeira alta em relação ao ano passado, o presidente da Federação do Comércio Amazonas (Fecomércio), José Roberto Tadros, não acredita que a movimentação seja suficiente

Apesar de admitir que nesta páscoa os números do comércio local possam ter uma ligeira alta em relação ao ano passado, o presidente da Federação do Comércio Amazonas (Fecomércio), José Roberto Tadros, não acredita que a movimentação seja suficiente para reaquecer o setor.
Tadros classificou a data como de “baixo apelo mercadológico” em comparação com outras festas, que, aliado ao período de chuvas e ao baixo desempenho da economia brasileira, não seria suficiente para alavancar as vendas.
“Em 2012 nós não vivemos um ano bom e agora estamos reaquecendo, paulatinamente, a economia. Como nesta época do ano chove muito em Manaus, o comércio local ainda não conseguiu dar a alavancada que se esperava. A páscoa tem um apelo mercadológico razoável porque está sustentado, principalmente em cima de ovos de páscoa, chocolates e pequenos brinquedos não significativos. O primeiro grande mercadológico apelo continua sendo o natal, seguido pelo dia das mães, dia das crianças e dia dos pais. A páscoa fica bem atrás disso”, analisa.
Além disso, Roberto Tadros lembra o fato que durante o período da páscoa, muitos consumidores ainda têm acumulados os gastos de fim de ano, despesas escolares e de carnaval.
Mesmo com uma visão pessimista em relação às vendas no comércio, o presidente da Fecomércio acredita que deverão haver aumento no numero das contratações temporárias, mas faz um alerta.
“Com certeza haverá novas contratações, mas eu não diria que serão de grande monta. Imagino que será melhor que o ano passado, porque 2012 foi um ano muito difícil”, disse sem citar números.

Brasil

De acordo com a Associação Brasileira da Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), a Páscoa está entre os três melhores períodos para o trabalho temporário, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães. Para este ano, a previsão é que sejam preenchidas 73,7 mil vagas temporárias em todo o país, até o final de março, a maioria na indústria. Do total contratado em todo o Brasil, 8% dos trabalhadores terão chances de efetivação e 12,5 mil devem ser jovens em situação de primeiro emprego, de acordo com a pesquisa encomendada pela Asserttem e pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem).

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