Há meses que os governadores comunistas se uniram contra Bolsonaro para derrubá-lo; para destruir a economia, gerando o caos; sempre como o apoio da mídia derrotada nas urnas, a qual patrocina essa verdadeira canalhice; imaginando que dariam o troco no presidente por ter fechado as torneiras.

Referidos governadores irresponsáveis e que não prestaram contas dos valores recebidos para combater a pandemia há mais de três meses; agora se voltam contra o povo, impondo-lhes todas as restrições possíveis; gerando a paralisação das indústrias, do comércio e o consequente desemprego como consequência fatal a todos que vivem do seu salário. E, como se não bastasse a implantação do “Lockdown”, agora prorrogam o mesmo até 12 de abril, como se este ato pudesse alterar o “status quo” já vigente há cerca de 30 dias.

Os governadores de Santa Catarina e Ceará acabam de sacramentar suas incompetências  e aliados aos demais se batem por um isolamento que a todos empobrece. E, se há um aumento de óbitos, o problema é de cada governador, pois receberam milhões; adquiriram produtos superfaturados e hoje não passam de culpados que não vão às ruas. Lamentavelmente, vários deles sem nenhum apreço pela democracia, muito menos pelo povo de seus respectivos estados, estão a gerar um quadro econômico insustentável; eis que  com a falta de alimentos de primeira necessidade a tendência será o agravamento do quadro; advindo a inflação.

Paralelamente a este cenário, não se pode afastar dos objetivos pessoais de muitos, em face da eleição de 2022, cujas cabeças vão surgindo; umas até audaciosas. Nesta cena ainda bem prematura todos se submeterão ao crivo do povo que cada vez mais bem informado sabe, desde já, que a gestão da pandemia é de responsabilidade dos governadores incompetentes e que terão de dizer para a Polícia Federal onde empregaram o dinheiro.

O povo não irá procurar saber quem é inimigo deste ou daquele; muito menos se haverá polarização. Quer saber de emprego, comida no prato, ensino de qualidade e atendimento hospitalar. E, isto só se obtém com trabalho e medidas que geram o crescimento como a realização de obras; o apoio aos produtores e industriais; o financiamento a quem necessitar sempre visando o aumento da produção. Viver na angústia da polarização no cenário político parece já estar no fim; na medida em que Bolsonaro já atinge 59% da preferência; enquanto Lula tem contra si 57% dos brasileiros que “consideram justas as penas a ele aplicadas”. Bolsonaro crescera de 54% para 59% e Lula amarga o decepcionante resultado, ciente de que nunca será perdoado. Não se ressuscita um corrupto que destruíra os cofres do país.  E, com isto, vamos dar um basta no populismo, nas mentiras, nos oportunistas de plantão; mostrando-lhes que a hora é agora e saberemos fazer acontecer.

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