7 de maio de 2021

Para onde está caminhando a humanidade?

Essa é uma pergunta que poucos fazem em função do stress diário!

Desde os primórdios que as mazelas sociais fazem parte da vida humana por conta da usura, trabalho escravo, inveja, corrupção, guerra e outros desejos carnais que escravizam o homem. Isso tudo tem se acentuado ao longo do tempo.

Tudo começou quando Adão e Eva lá no Paraíso decidiram desobedecer ao Criador por ganância e vaidade comendo daquilo que era proibido. Depois disso, eles mudaram completamente a vida da humanidade. 

O homem desde criança desafia os valores que o mantém em harmonia com o seu mundo. Na maioria das vezes, embora sendo criado em famílias com ensinamentos cristãos, éticos e morais, na primeira oportunidade que tem o poder nas mãos é seduzido à prática de atitudes mesquinhas, corruptas, desumanas e cruéis. Meu velho pai dizia um ditado que nunca esqueço: “Quer saber quem é aquela pessoa, é só dar poder para ela.” Isso é a pura verdade! Muitos homens e mulheres que chegam ao topo de uma carreira empresarial ou assumem determinado cargo de destaque na vida política acabam sendo corrompidos pelo desejo de querer mais, locupletando-se do dinheiro alheio, levando milhões de vidas humanas a viver na miséria social. 

Outros, por interesses recônditos se blindam nos cargos de autoridades e deflagram guerras inimagináveis para obter o domínio político mundial causando genocídios, sequelas sociais e miséria econômica.

Ainda nessa esteira, na busca do poder e do domínio social, o homem vem desenvolvendo atividades predatórias ao meio ambiente as quais tem impactado sobremaneira os recursos naturais, cuja natureza encolerizada responde com os tsunamis, terremotos e maremotos mandando o recado claro de que toda ação tem uma reação.

Se já não bastasse todo esse cenário caótico, a humanidade passa a enfrentar os ataques dos inimigos invisíveis, as chamadas ondas das moléstias mundiais. As pandemias deixaram marcas profundas na economia, na política e na cultura dos países. Uma das mais letais da história foi a “Influenza Hespanola”, que se alastrou por todo o planeta e deixou o maior número de infectados e mortos, se comparado com todas as pandemias ocorridas até o momento. 

Foram infectados aproximadamente mais de 600 milhões de pessoas e morreram em torno de 50 milhões por todo o mundo. Já naquela época (1918 a 1919), cogitou-se que a gripe espanhola foi uma criação dos alemães que engarrafavam a moléstia e abasteciam os submarinos que jogavam perto das costas dos países inimigos. Assim, as pessoas inocentes encontravam as garrafas e abriam por curiosidade se molestando e contaminando as demais pessoas.  Embora a gripe espanhola tenha recebido esse nome, mas a doença surgiu mesmo foi nos Estados Unidos da América.

Depois dessa devastadora peste surgiram outras moléstias como a gripe russa (1889 a 1890), a gripe asiática (1957 a 1958), causadas pelo vírus da H2N2, e a gripe de Hong Kong (1968 a 1969), essa já advinda do vírus influenza H3N2, as quais juntas causaram mais de 6 milhões de mortes, em todo o planeta.

E agora, mais uma vez a humanidade está diante de outro inimigo invisível que usa sua arma letal, sem dó e sem piedade. 

Assim como alguns mencionavam que o vírus da gripe espanhola teria sido criado na Alemanha, muitos cogitam que o COVID-19 foi criado na China. Alguns estudos americanos realizados ultimamente dão conta de que em dezembro de 2019, um número expressivo de americanos testou positivo para o vírus, simultaneamente com o surgimento do primeiro caso na cidade de Wuhan na China. O mais curioso disso é que os primeiros americanos infectados são das regiões de Oregon, Washington e Califórnia, estados da costa oeste dos EUA que estão mais próximos da Ásia. Então, em tese, faz sentido a afirmação, embora não seja 100% certeza.

Na verdade, independente de onde surgiu a peste, o que se percebe é que nos últimos 30 anos estão surgindo ataques de vírus mortais, com maior frequência, e ai perguntamos: Por quê? Tem uma explicação bem simples: A população mundial aumentou assustadoramente. São quase 8 bilhões de pessoas vivendo nos mesmos espaços e muito mais próximas uma das outras. Então isso significa um ambiente propício para as contaminações. A medida que uma pessoa tosse e espirra bem próximo da outra que está desprotegida (sem máscara), a transmissão é eminente. Foi o que ocorreu em todas as pandemias mundiais. Na pandemia do Coronavírus é igual. Ainda leva-se em consideração o aglomerado de pessoas em aeroportos, navios e etc.

Se não bastasse tudo isso, ainda existe um agravante. A Organização das Nações Unidas menciona que em 2050, aproximadamente 70% da população mundial estará morando em áreas urbanas. Significa dizer que o espaço físico nas cidades será limitado e a probabilidade da contaminação de enfermidades será muito maior. 

Então, diante desse cenário caótico e preocupante a esperança é que o homem reveja seus conceitos, valores e atitudes, a fim de que a humanidade possa caminhar para dias melhores. 

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