Panasonic inaugura fábrica de linha branca

A Panasonic do Brasil inaugurou ontem a terceira fábrica, localizada em Extrema, no sul de Minas Gerais, a unidade produzirá exclusivamente refrigeradores e máquinas de lavar e tem como principal característica ser a primeira fábrica Eco Ideas da empresa no país. O objetivo da Panasonic é atingir 10% de participação no mercado nacional de refrigeradores.
O primeiro produto a ser fabricado em Extrema é o refrigerador NR-BB51P, que conta com tecnologias que reduzem o consumo de energia, e estará nas lojas a partir de outubro.
A nova fábrica conta com uma área de 170.000 m2 com a mais alta tecnologia para a fabricação de refrigeradores e máquina de lavar, com investimento de R$ 200 milhões. Serão gerados, no total, mais de 400 empregos diretos, em uma planta estrategicamente localizada ao sul de Minas Gerais.
A nova unidade possui flexibilidade para expandir sua capacidade inicial de produção. “Este aumento dependerá da demanda do mercado, que está em crescimento devido à expansão da classe C nos últimos anos”, diz Murakami. “Com o objetivo global de ser a empresa número 1 em tecnologia verde da indústria de eletrônicos até 2018, ano de centenário da companhia, a Panasonic vem investindo, cada vez mais, em iniciativas que colaborem com o meio ambiente. A terceira fábrica da empresa é totalmente alinhada com esta meta, além de demonstrar a importância que o Brasil tem para o grupo”, afirmou o presidente da Panasonic do Brasil, Hirotaka Murakami.
Alinhada com o objetivo de minimizar os impactos ao meio ambiente no processo de produção, a terceira unidade da Panasonic no País conta com diversas iniciativas e tecnologias sustentáveis. Por exemplo, toda a água da chuva é coletada no telhado da fábrica e armazenada em um sistema subterrâneo. Lá, a água é tratada com cloro para retirar os microorganismos e, então, direcionada para uso nos vasos sanitários e em torneiras de jardinagem.
A reciclagem atinge quase 100% dos materiais descartados no processo produtivo, como retalhos de aço e de plástico, além de peças danificadas. Os resíduos de plástico são moídos dentro da planta e reutilizados como matéria prima em novos produtos. No caso de estarem contaminados com materiais adversos que inviabilizem o uso nos equipamentos novos, os resíduos são vendidos para empresas de sucata para utilização em outros fins. Já os metais são separados por tipo e, então, vendidos para empresas que os reutilizam em seus processos produtivos. A Panasonic exige um certificado de todas essas empresas, que comprove o correto destino desses materiais.
Graças à alta tecnologia empregada no processo de fabricação, a planta de Extrema é a que tem a menor emissão de CO2 entre todas as fábricas de linha branca da Panasonic. Essas iniciativas e tecnologias juntas fazem com que os produtos que chegam para o consumidor sejam considerados ambientalmente corretos.
Outro destaque é a fabricação dos produtos que segue a diretiva RoHS. Isso quer dizer que substâncias nocivas ao meio ambiente não são utilizadas no processo produtivo, como cádmio, mercúrio e chumbo.
Manter a biodiversidade no entorno da fábrica também é uma preocupação da Panasonic, uma vez que a empresa está plantando árvores nativas da região em uma nascente localizada próxima à planta. Futuramente, essa área servirá como área de passeio e descanso para os funcionários da fábrica e também para a comunidade local. Programas de conscientização, como o Eco Learning, também serão desenvolvidos na região, principalmente com crianças e adolescentes, demonstrando o compromisso da Panasonic com a nova geração. A fábrica também contará com um show room Eco, em que exibirá as ações realizadas com a comunidade e com o meio ambiente.

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