Otimização como ferramenta para manufaturados

A otimização de um Sistema deve ser implementada no seu nível mais elevado. Sistemas são metamáquinas de grandes dimensões. Quando se busca um resultado final ótimo em um Sistema com muitos componentes, a maximização do desempenho em uma atividade intermediária raramente conduzirá o sistema ao desempenho ótimo. Isto não raro provoca reações contrárias dos usuários. Ferramentas de avaliação devem quantificar a contribuição para atingir o objetivo final, e não o resultado da operação de per si. Há ocasiões, entretanto, quando não se pode conhecer a medida da contribuição para a consecução do objetivo, admite-se maximizar cada operação isoladamente.
Este tipo de atitude denomina-se algoritmo “guloso” porque em vez de procurar otimizar em alto nível, corre-se para o melhor resultado a curto prazo. Esta estratégia deve ser empregada como último recurso. Embora se saiba que a otimização local é menos eficiente que a otimização global, os algoritmos “gulosos”, que buscam uma solução a partir do melhor resultado mais próximo, constitue-se na única solução possível quando os tomadores de decisão não são apoiados por sistemas de informação adequados. Um bom Sistema de avaliação é acompanhado de um processo de estímulo ou premiação on-de os objetivos a alcançar são divulgados e os desempenhos ótimos premiados.
Alguns executivos e profissionais em nível de chefia, conscientemente ou não, executam nas empresas, funções de otimização em caráter permanente. No início da década de 50 as empresas adotaram o emprego das técnicas de Pesquisa Operacional para otimizar seus resultados no meio de produção. A Pesquisa Operacional possui uma metodologia para a abordagem de problemas para conduzir à solução mais adequada. Esta metodologia engloba as seguintes atividades principais: 1. Determinação do Objetivo, embora pareça à etapa mais simples do processo, é certamente a mais delicada. Especialmente pelo fato de que qualquer incorreção na sua conclusão conduzirá a soluções inadequadas. O objetivo deve ser redigido de modo preciso e formalmente submetido à aprovação do responsável pelo Sistema sendo analisado. 2 – Determinação da Medida de Eficácia Operacional – refere-se à MEO (Medida de Eficácia Operacional) será um parâmetro mensurável e quantificável que traduza de forma completa a consecução do objetivo do Sistema. A solução mais eficiente será aquela que produza a MEO de maior ou menor valor, dependendo de sua constituição. A MEO escolhida deverá atender sem restrições às três condições: Completeza, Quantificabilidade e Mensurabilidade. 3 – Análise das variáveis como caracteristica são conside radas como levantamento de todos os parâmetros do sistema, do seu ambiente ou de outros sistemas que influenciem na sua saída.
Além da identificação, as variáveis devem ser classi ficadas como endógenas ou exógenas se são controladas ou não controladas pelo tomador de decisão. A Elaboração do modelo é um objeto que produz, em função dos valores das diversas variáveis identificadas na etapa três, valores para a MEO do Sistema. Os modelos podem ser: Analíticos, quando são exclusivamente fórmulas matemáticas; Icônicos, quando representações de formas ou características físicas do Sistema; Analógicos, quando as características do Sistema são substituídas por características diferentes do modelo, como, por exemplo, fluxo de água em tubos representando fluxo de veículos em uma rodovia. Heurísticos, quando são apenas registrados tempos e outros valores associados aos estados do Sistema. Os modelos de simulação sejam “jogados” no tempo para a coleta de amostras de seu comportamento provável. No processo de modelagem, a aderência do modelo ao Sistema é validada através da sua aplicação ao Sistema em condições cuja saída seja conhecida.
A otimização como identificação do conjunto de valores das variáveis que produzem o valor mais vantajoso da MEO. A solução ótima do problema consiste em atribuir às variáveis controladas estes valores determinados pa

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