15 de abril de 2021

Otimismo diminui, mas segue em alta

O otimismo dos empresários da indústria teve ligeiro recuo, mas seguiu em alta em setembro, informou ontem a CNI (Confederação Nacional da Indústria).

O otimismo dos empresários da indústria teve ligeiro recuo, mas seguiu em alta em setembro, informou ontem a CNI (Confederação Nacional da Indústria). O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) cedeu de 64 pontos para 63,4 pontos em agosto, se igualando ao resultado de julho. O ICEI varia de zero a 100 pontos, sendo que resultados acima de 50 demonstram otimismo.
Para a CNI, mesmo com o ligeiro recuo, o resultado demonstra que os empresários estão bastante otimistas, já que o índice ficou bem acima da média histórica, de 59,5 pontos. A entidade avalia que, apesar do recuo, o cenário é de estabilidade.

Construção civil

O estudo informa ain­da que os empresários da construção civil, com 64,8 pontos, e da indústria extrativa, com 64 pontos,
estão mais confiantes que os da indústria de transformação, cujo indicador registrou 62,1 pontos.
Dos 26 setores da indústria de transformação analisados, 16 registraram queda no ICEI de setembro sobre agosto. Os empresários menos confiantes estão nos setores de madeira, metalurgia básica e couros. Já os mais otimistas estão nos segmentos farmacêutico, de equipamentos de transporte e de limpeza e perfumaria, cujos índices ficaram acima de 67 pontos.
Em relação ao porte das empresas, o ICEI das pequenas caiu 0,3 ponto, enquanto o das grandes e médias diminuiu 0,7 ponto. O indicador de confiança das médias empresas registrou 62,6 pontos e é o menor do ano.
As expectativas dos empresários para os próximos seis meses também registraram queda, de um ponto. Caíram de 66,8 pontos para 65,8 pontos de agosto para setembro, mas permanecem acima da média histórica de 63,7 pontos.
“O otimismo elevado sinaliza que os industriais continuarão investindo em suas empresas, comprando matéria-prima e contratando mão de obra. Ninguém está esperando uma paralisação desse crescimento”, destacou o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
A pesquisa foi feita entre 31 de agosto e 21 de setembro com 2.038 empresas de 24 estados e do Distrito Federal, das quais 1.132 pequenas, 638 médias e 268 grandes.

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