Otimismo das micro e pequenas indústrias de transformação permanece bom, aponta Sebrae

Empresários de micro e pequenas indústrias mineiras de transformação não se desanimam com a crise e prevêem estabilização do faturamento, produção, emprego e preços para o segundo trimestre deste ano.
A expectativa é apontada pela Sondagem Trimestral realizada pelo Sebrae-MG e pela Fundação Ipead (Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais).
A pesquisa mostra a avaliação dos empresários em relação ao primeiro trimestre do ano e a expectativa para o segundo.
Foram entrevistados 771 empresários dos segmentos de alimentos, metalurgia, móveis, minerais não-metálicos, calçados e artefatos de couro e confecção.
Apesar da sondagem apontar queda de 15,2% no faturamento e 3,3% no número de postos de trabalho no primeiro trimestre, os entrevistados esperam que os impactos com a crise sejam menores em abril, maio e junho.
De acordo com 48,5% entrevistados, o faturamento deverá manter-se estável e para 40,5% haverá aumento neste percentual.
Os empresários dos segmentos de confecção (60,9%), calçados e artefatos de couro (47,8%) são os mais otimistas e acreditam em um possível aumento.
Já o setor de metalurgia foi o que apresentou maior percentual de expectativas desfavoráveis, com 14,3% dos entrevistados prevendo uma queda.
As expectativas em relação ao emprego e à produção também são cautelosas.
A maioria dos empresários espera manter o número de funcionários e mais da metade acredita na estabilidade da produção física.

Resultados da pesquisa

A pesquisa aponta ainda que 90,3% não preveem variação no valor dos preços dos produtos e serviços.
No primeiro trimestre de 2009, houve 15,2% de queda no faturamento e 5,4% de redução da utilização da capacidade instalada. De acordo com o levantamento, houve 3,3% de queda no número de postos de trabalho e 12,5% de redução com despesas de pessoal.
Segundo 49,3% dos entrevistados, houve uma diminuição na produção.
No segundo trimestre de 2009, 48,5% dos entrevistados acreditam na estabilidade e 40,5% dizem que vai aumentar a produção. Para 55,7% dos empresários há uma manutenção no percentual de faturamento, e 33,5% acreditam em crescimento 10,8% esperam redução no faturamento.

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