Os rumos da educação em 2012

Na recente história humana, nenhuma nação que tenha objetivos de crescimento chegou a algum patamar sem um nível educacional seguro, amplo e justo. Para um Estado que quer figurar na vanguarda do ambientalismo, por exemplo, o Amazonas precisa dar um salto em seu sistema de ensino. Apesar dos avanços, os desequilíbrios educacionais são tremendos, fruto de políticas erradas que não respeitam a própria geografia do Amazonas, inclusive. Quais os projetos para 2012? Quem pode fazer a diferença? E o interior?
Segundo assessoria, o governo investe para que o Amazonas esteja, até o final do governo de Omar Aziz, entre as oito melhores notas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Como parte deste investimento, o ano letivo de 2012 inicia com mais de 6 mil novos professores e técnicos contratados através do maior concurso público para a Educação já realizado no Amazonas, além da oferta de 18 mil novas vagas na rede estadual de ensino somente na capital, das quais quase 2 mil são para Centros de Educação de Tempo Integral (Cetis). “Eu costumo dizer que investir na qualidade da educação é a melhor forma de desenvolver um Estado. Esse é um dos legados que quero deixar”, afirma Omar Aziz, que pretende iniciar em 2012 as obras da Cidade Universitária, no município de Iranduba. Nesse local deverão funcionar todas as unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) da capital, além de um alojamento para 2 mil estudantes do interior, um hospital universitário e o Centro de Telemedicina do Estado. Ainda segundo assessoria, no primeiro trimestre o governo prossegue na expansão da rede de Cetis, com o início do processo licitatório das novas unidades. A meta é construir, até 2014, mais 36 escolas neste modelo, sendo 16 no interior e 20 na capital, com investimentos de mais de R$ 576 milhões em obras físicas. Nos próximos dias, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) deve lançar os editais de licitação de um Ceti no Monte das Oliveiras, zona norte de Manaus, um em Iranduba (a 25 quilômetros da capital) e outro em Itacoatiara (a 176 quilômetros).

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