Os maneios do consumidor idoso ( Parte 1)

Alcançada a idade ao cabo de avançada, pronto!  Fica decretada a velhice na ponta da língua a torto e a direito na direção de quem sendo apenas idoso, integra logo o grupo de estafermos que se mostram como rabugentos e críticos a tudo, ainda que a rigor ninguém saiba qual é exatamente essa tal idade, segundo estejam a ditar as evidências. Vá entender! O sistema oficial de contagem de idade para escrutinar é que, sem pejo, atira-se a urdir a respeito, em postura intencional mas por razões bem próprias e nada induvidosas para os contribuintes, assunto que se prestaria para outra demanda aqui nesta mesma estação de escritos semanais. Espere-se, ao termo de algum tempo, quem sabe…

Sucede, o objeto do tema não escapa de fazer parte das convenções, talqualmente outras passagens que cercam o viver humano, por vezes desconsiderando o pensar de cada um. Não é mesmo o que acontece? É, sim! Sim? Boa! Então, já que nos entendemos, busquemos o desenho da discussão numa suposta escalada de hipóteses de valores e fatos. Olha, só! 

Velhice! Só pela idade não velhe, digo não vale. Já que não é raro alguém de pouca idade estar caindo aos pedaços, ignorante até da própria ignorância a ponto de se candidatar a cargo eletivo, mas brochando por aí quanto ao físico, à inteligência e o mais, enquanto um idoso fica dando quinau, bastaria chegar até ali pra ver, classicamente na “Porta da Colombo”, não fosse do tempo do onça, aqui historicamente no Café do Pina e, presentemente, na praça do Eldorado, Canto do Fuxico, Bar do Caldeira, Maranhense e outros locais bougainviliosos, supõe-se estejam funcionando, salvo se for apologia ao inverossímil. Sabe-se lá… 

Mas para não digressar do nosso tema de fundo, ora cuidemos a seguir das figuras notórias, sejam da política ou de outras exposições, assim chamadas, sobremodo carregando o peso de serem produtos de consumo ao escrutínio dos consumidores, principalmente idosos o que sempre se dá em qualquer direção e momento, tal como agora, ainda que mediante comentários que nos ocorrem. Os seguintes, na falta de coisa melhor, num instantinho se chegará lá. Assim: antipatia, burrice, obviedade.

Pulemos o muro das convenções. Olha só, o Lula, essa figura carcomida, afinal, é um burro dotado de esperteza, ou só se saberá com segurança após a figura ser estudada pela ciência? Vá saber! E o Sílvio Santos, o que é? É só sorrisos sem que nem vê? E o que agasalha mais no bolsos além da receita dos carnês do Baú da Felicidade? Felicidade de quem? Será que há correta prestação de contas com o sócio Manoel da Nóbrega? Vá entender! Bem, até aí morreu o Neves… É só uma indagação, maldosa… vá lá!

Demos vez ao Ratinho. Carlos Roberto Massa, resta que é empresário e de atividades afins. Tem como ser enquadrado, adjetivado e sabe-se lá o que? É tido como tão repulsivo que não ganha notória divulgação profissional de momento, nem quanto. Sucede, no limiar da fama, sabe-se que recentemente se declarou portador do vírus Covid 19, além de se ter destacado pelas críticas feitas ao patrão Sílvio Santo num episódio que envolvia também o Dudu Camargo chegando a declarar, verbis, que “se fosse o Silvio Santos metia um pé na b…”. Não bastasse, burramente passeia de perfil no palco pra lá e pra cá, exibindo um valente desvio de coluna, seja escoliose, cifose, ou lordoso cervical, pouco lhe importando, cercado de vedetes e mantendo em segredo o quanto fatura. No mais é dor de cotovelo de idoso? (Continua).   

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