Os maneios do consumidor idoso (Conclusão)

Tal como anunciado, ora concluímos este tema iniciado no capítulo imediatamente anterior. Agora “Gavião” Bueno, dizendo-nos o que parece obviedades que se passam no campo de jogo, mas a seu talante, portanto diferente do que os fatos mostram ao espectador. Quanta criatividade, quanta badalação escalando os andaimes do mundo, só para fazer apenas isso!  Mas se diz, impávido, o narrador de futebol mais famoso do Brasil recebendo a grana média entre R$ 800.000,00 a R$ 1.000.000,00, apenas… 

Com licença, passagem para se chamar o William Bonner, mesmo quando começa a noticiar rodopiando a cabeça, com um sorriso algo contido, para depois tentar consertar o semblante pendurado há pouco quando se dá conta tarde demais de que o assunto não era efemérides de alegria como narrado, mas sim uma valente tragédia acontecida quase há instantes.

Por fim, é figura detendo várias formas de expressão que, com algum rigor, sugere lembrar um tanto quanto o personagem do livro de Oscar Wild “O Retrato de Doryan Gray”. Ali o personagem procurava manter o charme ao sabor de uma postura pessoal, ainda que variando-a.

Enquanto mantinha a aparência de jovem, o retrato ia envelhecendo, tudo por conta de uma magia encomendada. Nisso, os rostos trocavam olhares astuciosos segundo ficcionado. Concluindo, resta não se poder alardear dos ganhos do moço, posto que não se tem notícia de tais ativos nos dias em curso.     

E o Fausto Silva, o Faustão? De onde, tanta euforia? Quem sabe um dos reflexos da obesidade, hem? Não é fato que se apregoa que ser gordo é ser feliz? E que gordura é item de felicidade? Mas, sabe, aconselha-se não experimentar dessa ideia porque geralmente não tem volta a não ser aquela volta ao redor da nova cintura adquirida depois do regime de engorda. 

Não se embarque nessa! Não, mesmo! Mas se o nosso referido gordo é feliz! Será? Não será por força da cirurgia de redução da pança? Está há anos comandando o “Domingão do Faustão” sempre com aquele rebolado, digamos assim. Atualmente figura na lista dos mais bem pagos do rol de apresentadores brasileiros. Dizem que alcança faturar a média de R$ 4.000.000,00 mensais.

Chegou a vez de chamarmos o charmoso Luciano Huck, o que apresenta o “Caldeirão do Huck” e, não bastasse, é casado nada mais nada menos com a voluptuosa Angélica, e arrecada uns trocados em torno de R$ 1.200.000,00, valor aproximado devido o faturamento variável, com números de merchans e outros.  Futrica-se, teria posto o nariz no seguro, já que a venta seria sua tradmark.

Por fim, cabe levar em conta que o tema aqui tratado mereceu atenção da Comissão de Direitos da Pessoa Idosa voltando-se em direção do Fundo Nacional da Pessoa Idosa, mercê da edição da PEC 187/2019. Os Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa são órgãos deliberativos constituídos de forma paritária por representantes do Governo e da sociedade civil, com o objetivo de formular e acompanhar na União, nos Estados, no Distrito Federal e nos Municípios, a execução das políticas públicas de atendimento ao idoso. Há todo um cuidado, dando-lhes voz como consumidores e críticos nos moldes abordados aqui nesta estação de escritos semanais, sem desconsiderar que há toda uma escolha dos demais consumidores pregando simpatia ao invés, às figuras divulgadas, constituindo-se tais como fãs, ou mesmo devotos, quem sabe na maioria, o que é por certo absolutamente um suporte fático plausibilíssimo, como é bem de ver,  postando-se este peitoril, que também atende como estação de escritos  semanais, já se disse, mero atento observador, sem tomar partido, salvo o que ditam algo dos fatos.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email