Os fatos por trás do Maracanaço

Você sabia que o chamado ‘Maracanaço’ (derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 50 no Maracanã), não foi tão imprevisto como todos falam? No novo livro da Editora DSOP, “Deuses da Bola – 100 Anos da Seleção Brasileira”, os autores João Carlos Assumpção e Eugenio Goussinsky narram essa e outras curiosidades dos 100 anos de histórias da Seleção que, em 2014, defenderá a camisa amarela em casa.
A derrota não foi tão inusitada, já que, durante a fase preparatória para a Copa de 50, a seleção brasileira realizou amistosos contra a esquadra celeste. Segundo o livro, um dos “aperitivos” do Mundial, uma partida contra o Uruguai, pela Copa Rio Branco, poderia ter servido para abrir os olhos da Seleção. Em maio, em pleno estádio do Pacaembu, em jogo que marcou a estreia do jovem Nílton Santos, zagueiro e lateral esquerdo, a equipe perderia para o Uruguai, por 4 × 3. Um aviso do que poderia acontecer, e acabaria de fato ocorrendo.
Depois a Seleção voltaria a enfrentar o Uruguai pela Copa Rio Branco, em 14 e 18 de maio, os brasileiros venceriam por 3 × 2 e 1 × 0, respectivamente. As dificuldades nas três partidas realizadas antes do mundial contra os uruguaios, duas vitórias e uma derrota, ajudam a desmitificar a lenda de que a derrota na final da Copa de 1950 foi um desastre da natureza, algo que acontece de cem em cem anos.

Uma história real
Com prefácio escrito pelo renomado maestro João Carlos Martins, que compara o futebol à música, convidando à leitura, a obra será lançada no dia 26 de maio, às 18h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, marcando a estreia da Editora DSOP no segmento de não-ficção.
Deuses da Bola – 100 Anos da Seleção Brasileira traz uma coletânea raríssima dos momentos mais marcantes dentro e fora de campo, com foco no “caso de amor” entre a Seleção e o povo brasileiro. Uma viagem no tempo e um registro para se ter à mão, ainda mais neste ano de Copa do Mundo, quase como um amuleto.
A riqueza de informações e curiosidades reunidas no livro é tão grande que, ao passar por cada uma das páginas, a sensação é de estar lendo um romance ou livro de contos cheio de personagens e aventuras, não uma história real. Ao mesmo tempo, entretanto, a precisão do resgate histórico é garantida pela ampla e cuidadosa pesquisa realizada pelos autores para a concepção da obra.
Narrativa vai do primeiro jogo do time em 1914 até a era atual do futebol como “business” e a recente goleada contra a África do Sul, em 2014, passando por momentos emblemáticos como a derrota no Mundial de 1950, a conquista do tri no México em 1970 e o chute para fora de Roberto Baggio na conquista do tetra em 1994, contando também um pouco da História do país. Fala ainda do surgimento de deuses como Garrincha, Pelé e Zico, que marcaram época e contribuíram para mudar a imagem do esporte brasileiro no exterior, até os mais recentes, como Romário, Ronaldo e Neymar.
“Nossa entrada no segmento de não-ficção não poderia acontecer num momento mais propício. Estrear com os 100 anos da Seleção em ano de Copa do Mundo é fantástico –embora nossa história com o futebol seja tão incrível, tão cheia de dramas, emoções e peripécias que, no fundo, pareça uma linda ficção”, enfatiza a diretora editorial Simone Paulino. Livro chega às livrarias no dia 26.

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