Organizações brasileiras gastam R$155,2 milhões nos Estados Unidos

A lei Sarbox (Sarbanes Oxley – SOX) exige transparência total nos processos de trânsito de comercialização de empresas estrangeiras nos EUA e prevê sanções para atuação comercial naquele país. Ou seja, quer completa idoneidade de todos os envolvidos e poderia ser chamada de lei do dinheiro limpo por combater fraudes ou lavagem de dinheiro do narcotráfico ou terrorismo internacional. Num dos principais palcos da economia, a Bolsa de Valores de Nova York, estão presentes 30 grandes empresas brasileiras que gastaram cerca de R$ 155,2 milhões com honorários de auditoria para cumprir essa lei.

Porém, no próximo período, esses gastos devem cair em 50%, revela a única pesquisa realizada neste segmento pela consultoria Hirashima & Associados. A Sarbox e suas últimas mudanças serão um dos focos da 8ª edição do Congresso Febraban de Auditoria Interna e Compliance, organizado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em 9 e 10 de outubro, em São Paulo.

As instituições financeiras brasileiras precisam se adequar às mudanças nessa lei e na adaptação ao acordo internacional Basiléia 2 (que regula transações entre bancos em todo o mundo, com objetivos similares), daí o motivo da realização do evento.

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