Operadores traçam plano para viabilizar travessia do Pantanal matogrossense

O Pantanal é um destino único e é reconhecido pelo mercado como tal. Esta é uma das premissas utilizadas como base pelo grupo gestor que trabalha no plano operacional e logístico da Rota Turística Integrada Travessia do Pantanal, que reúne empresários e gestores de turismo de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, incluindo representantes do Sebrae nos dois estados. Durante dois dias (16 e 17 de junho), os 25 participantes trabalharam para elaborar o planejamento estratégico sob a coordenação de consultores de turismo do Instituto Marca Brasil.
A consultora máster de turismo, Karim Goidahich esclarece que a roteirização é uma estratégia de mercado e que roteirizar é muito mais um trabalho interno que envolve todos da cadeia. “Quem faz a roteirização são os operadores e as agências, se não trabalharem juntos, não funcional”, enfatizou, lembrando ainda que a roteirização não só uma maneira de se comunicar com o mercado, mas uma forma de trabalhar com o mercado.
Márcia Rocha, coordenadora da Carteira de Turismo do Sebrae/MS, destacou que o interessante nesta roteirização é que os produtos vão poder ser mostrados de uma forma organizada, além de possibilitar uma maior qualificação dos empreendimentos, gerando mais negócios e empregos. “É uma forma de potencializar a região valorizando o meio ambiente, a cultura e a história do povo pantaneiro”.
Já Ilma Alves, gestora do Centro de Eventos do Pantanal, lembrou que o turismo de eventos está diretamente relacionado ao de lazer. “Em todos os congressos, seminários, feiras são previstos ao menos dois dias para lazer e na hora de captar um evento, ter alternativas turísticas é um ponto positivo”, relatou.
O empresário Eduardo Mato Eubanck de Campos, da Pousada Piuval, localizada na Transpantaneira, no município de Poconé, a roteirização ajuda no fortalecimento do destino Pantanal que passa a ser divulgado como mais um produto.
Faine Assy, proprietária do Barco Hotel Antares, baseado em Corumbá (MS), disse que a rota é muito positiva porque faz a integração do Pantanal. “A separação na prática não leva a nada, estamos voltando ao simples, ao óbvio, a ter o Pantanal como um todo”. Há três anos, ela faz a travessia Corumbá-Poconé, mas diz que ainda é inconstante, só ocorre quando há demanda.
Sérgio Néia, que cuida da parte comercial do Barco Hotel Pésagus baseado em Cáceres, e que trabalha exclusivamente com pesca esportiva, ressalta que a travessia é outro negócio e precisa ser muito bem planejado.
O Pantanal é uma região alagada com 250 mil quilômetros de extensão que engloba Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e atrai turistas do mundo inteiro.

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