Omar garante espaço para trabalhadores de Iranduba

A decisão do governador foi tomada em reunião com lancheiros, feirantes, ambulantes, mototaxistas e empresas de transportes urbanos

A área, situada entre a Ponta do Pepeta e o Porto do Brito, será o espaço provisório que o Governo do Estado destinará ao desenvolvimento das atividades comerciais e de travessia de passageiros até dezembro, envolvendo um universo de 1.200 trabalhadores que estavam ameaçados pela Secretaria da Região Metropolitana de Manaus.
A decisão é do governador Omar Aziz, tomada em reunião, na última terça-feira, com lancheiros, feirantes, ambulantes, mototaxistas, taxistas e representantes de empresas de transportes urbanos, dentre outros trabalhadores que realizam os mais variados serviços entre a capital e as cidades de Iranduba e Manacapuru. O prefeito irandubense Nonato Lopes e os deputados Sinésio Campos (PT), Josué Neto (PSD) e Vera Castelo Branco (PTB) intermediaram a reunião com Omar logo após entrevista concedida pelo governador a Rádio Difusora do Amazonas. “Vou fazer essa concessão, inclusive para ajudar o prefeito Nonato Lopes, a área vai ser essa e ninguém vai construir casa lá, não vai ter ninguém morando lá. Por favor, não vão fazer daquela área uma área de invasão, porque senão o Nonato vai ter que tomar as providências cabíveis”, expressou o governador ao Jornal do Commercio ao confirmar, também, a contratação de um projeto sobre dragagem e construção de um porto turístico permanente na região do Cacau Pirêra. “Essa é uma grande notícia, o governador Omar Aziz, logo após a inauguração da Ponte Rio Negro, proporcionará aos trabalhadores de Iranduba um local próprio para suas atividades, será um local provisório, mas garantido em benefício de todos”, comentou o deputado Josué Neto, solidário ao ato governamental, como o líder de Omar Aziz na Assembleia Legislativa, deputado Sinésio Campos, que também destacou a medida.
O presidente dos Prestadores de Serviços de Transportes de Iranduba, Kléber Freitas, disse que a decisão do governador encerra o drama vivido há mais de duas semanas por 1.200 trabalhadores que transportam pessoas entre Iranduba e Manaus. “Em princípio somos setecentos, mas na verdade somamos 1.200 trabalhadores, a medida de Omar Aziz nos deixa bastante satisfeitos”, declarou, informando que o serviço de táxi de Manaus e a cidade de Iranduba poderá ser realizado normalmente apenas para transportar passageiros até o município. Ele assegurou que não será permitida a travessia dos transportes coletivos de Manaus até Iranduba. Ontem pela manhã, o diretor-presidente da Arsam (Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas), Fábio Alho, informou que o serviço de mototáxi não será permitido na área da Ponte Rio Negro devido a existência de uma lei federal que proíbe essa atividade em áreas metropolitanas. “Não existe no contexto jurídico do Código Nacional de Trânsito esse tipo de transporte intermunicipal metropolitano, muito menos o serviço de táxi-lotação”, sublinhou, assegurando que a Arsam e órgãos do governo federal fiscalizarão a área com rigor.

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