O verdadeiro tesouro é aquele que enriquece a alma…

Após a aula de Educação Física, a professora Priscila Ramos pediu aos seus alunos que se reunissem em torno dela. Como hoje é nosso último dia de aula, eu vou lhes propor um desafio, falou ela. Aquele que me trouxer o objeto mais caro, seja qual for, ganhará esta bola de futebol. Os alunos ficaram afoitos. Assim, ao sinal da professora, saíram correndo pela escola, a fim de buscarem o objeto mais caro que pudessem encontrar. Meia hora depois, conforme o combinado, reuniram-se novamente na quadra esportiva, com o intuito de apresentar seus objetos a professora. Um a um, cada aluno foi apresentando a educadora e aos colegas o objeto coletado. Alguns haviam trazido joias.

Outros, artigos preciosos de decoração. Houve até mesmo quem trouxesse equipamentos eletrônicos. E, então, chegou a vez de João. Ele se postou à frente dos colegas e retirou do seu bolso uma pequena fotografia, na qual estavam retratados sua mãe, seu pai, seu irmão mais velho e sua irmã caçula. Os colegas, vendo objeto tão simples e comum, começaram a caçoar. As risadas que começaram meio tímidas logo cresceram em volume. A professora repreendeu aquele comportamento e disse que cada qual era livre para apresentar aquilo que mais lhe aprouvesse.

Esperou, então, que todos os estudantes terminassem de apresentar suas conquistas e, pedindo silêncio, apontou o vencedor: João. A turma não se conteve. Como poderia a professora ter escolhido a fotografia de João quando tantos objetos caros haviam sido apresentados? Priscila, observando o alvoroço da turma, esperou pacientemente que eles se acalmassem para entregar o prémio ao vencedor.

Depois, se dirigindo a toda turma, explicou: Recebemos da vida muitos tesouros: bens materiais, amizades, nossas famílias e muitos mais. Porém, alguns são mais valiosos do que outros. O verdadeiro sábio, prosseguiu, é aquele que sabe dar o valor correto para cada um deles. Sorrindo, finalizou: E, por acaso, existe bem mais precioso, mais caro e mais importante no mundo do que nossas famílias? Parabéns por nos lembrar disso, João!

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