Há em todo o mundo uma grande expectativa quanto ao 5G, pois ele promete mudar a dinâmica competitiva do ambiente digital por meio de novas aplicações, como a potencialização da Internet das Coisas (IoT), transformando nossas vidas e tornando-as mais práticas, conectando-nos com cidades inteligentes e carros autônomos, e trazendo novas eficiências industriais, conexão e automação.

Para que isso aconteça, as redes devem se tornar mais rápidas, inteligentes e ágeis para lidar com o aumento sem precedentes no volume e na complexidade do tráfego de dados, à medida que mais dispositivos se conectam e novos serviços digitais são oferecidos. A Intel está ajudando a impulsionar essa transformação da rede para modernizar a infraestrutura de comunicações atual e construir a base para a inovação.

O 5G tem uma maior capacidade de banda e oferece menor latência, ou seja, menor tempo de resposta. Possibilitando colocarmos mais informação numa ‘onda de rádio’. Acredito que um dos melhores exemplos do dia a dia do cidadão comum será o uso em carros conectados. Atualmente, quando usamos um navegador, temos algum atraso (delay) entre o ponto em que estamos e o que vemos no celular e há um tempo de recálculo de rota quando mudamos o caminho. No caso de carros autônomos, isto não poderá acontecer, pois qualquer demora ou atraso pode causar um acidente ou colisão. Esta tecnologia só será possível com o 5G.

Uma dúvida que sempre permeia o assunto é: todo mundo terá acesso? Vai existir a necessidade de compatibilidade dos nossos dispositivos (celulares, roteadores, dongles, entre outros) com as novas frequências do 5G. Para exemplificar, vale ver a evolução dos smartphones quando operávamos no 3G e foi lançado o 4G, não eram todos os dispositivos que estavam aptos a automaticamente se conectar a ele. Isso vale para o 5G também.

De forma prática, o 5G será utilizado em:

  •  Indústria: uma indústria automobilística vai implantar 28 fábricas conectadas no mundo, sendo uma no Brasil. Para isso, o 5G será ideal para conectá-las e corrigir eventuais erros em tempos substancialmente menores, o que acarreta uma economia no processo produtivo e, consequentemente, em ganho de escala.
  •  Saúde: um hospital de campanha que não possui especialistas em todas as áreas. Poderá ser transmitido em tempo real exames como pré-natal ou até efetuar cirurgias remotas com alta confiabilidade.
  •  Entretenimento: rede virtual e aumentada para prática de jogos ou a transmissão de partidas de esportes com a possibilidade da escolha de diversas câmeras espalhadas nos estádios.
  •  Educação: a tecnologia permitirá experiências em tempo real como, por exemplo, acompanhamento de cirurgias por alunos cursando medicina que poderão assistir e acompanhar procedimentos remotamente.
  •  Infraestrutura: cidades inteligentes, câmeras de trânsito, de viaturas de polícia e outros serviços públicos, como iluminação e telefonia, por exemplo.

Huawei prepara 1º smartwatch com sistema próprio para outubro

Com o objetivo de diminuir a dependência do Android, a Huawei lançou em 2019 o HarmonyOS. Agora, a promessa é equipar os primeiros dispositivos da fabricante a partir do segundo semestre deste ano e parece que temos um pequeno indício de quando essa estreia vai acontecer.

O perfil do Twittter @RODENT950, responsável por vazar informações sobre a família Mate no passado, revelou que a Huawei está preparando o Mate Watch, primeiro relógio inteligente da empresa equipado com sistema operacional HarmonyOS, para o Dia Nacional da República Popular da China, que acontece no dia 1º de outubro.

O lançamento deve ocorrer com a nova geração da linha Mate, também previsto para ser anunciada em outubro. Como a Huawei já havia informado no ano passado, seus celulares não devem receber o novo sistema operacional tão cedo, optando por permanecer em uma versão modificada do Android junto de seus aplicativos proprietários.

Em maio, o mesmo responsável pelo vazamento informou que a Huawei havia registrado novos nomes da linha Mate, como Watch (relógio) e Pod (fones de ouvido). Os se juntam aos já comercializados Book (notebooks) e Pad (tablets), além da família de celulares.

Facebook lança app com previsões sobre o futuro

O Facebook lançou um novo aplicativo que permite que especialistas façam previsões e depois revejam se elas foram precisas. Chamado de Forecast, o app tem como objetivo identificar eventos futuros, como o COVID-19, e preparar o mundo para eles.

Até o momento, o app tem apenas especialistas convidados, que podem apresentar suas previsões e o raciocínio por trás delas. O público, por sua vez, pode votar em quais prognósticos eles acham que têm maior probabilidade de se tornarem realidade.

Segundo o Facebook, a primeira iniciativa do Forecats começa nesta terça-feira (23) com pesquisadores e acadêmicos da área da saúde prevendo os impactos e resultados da pandemia do Coronavírus.

Para algumas pessoas do mercado, o problema do aplicativo é que a especulação de certos cenários podem reforçar crenças e medos. Outro ponto a ser observado é que, todo o processo de eleição do público se resume a escolhas binárias – uma forma muito simplista de avaliar propostas tão complexas.

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