Analisando o mundo como algo sistêmico, intocável e sendo o universo, podemos observar a beleza e a perfeição existente em todos os sentidos. A partir da inclusão das pessoas neste cenário começamos a observar o início de vários problemas e conflitos com, às vezes, desinteresse total pelo equilíbrio existente. A tendência ao mal passa a ser a maior preocupação dos envolvidos, devido à necessidade de busca da felicidade individual. Aqui se inicia nosso grande problema, necessitando inclusive de articulações, muitas vezes, administradas como tendenciosas e voltadas para mentiras “aconchavos”. As estratégias utilizadas para a sobrevivência trazem recheadas situações de leviandades desnecessárias, todavia, real e preocupante. O pior é que tal situação ocorre dentro dos lares, das escolas, dos partidos políticos, das associações, das igrejas, das Ongs, de nossas empresas, enfim de organizações em geral.
Os conflitos sempre existirão e precisamos conviver com isto de certo modo naturalmente, pois, assim nos trás crescimento pessoal e profissional. As estratégias necessárias para fazermos o sistema funcionar não podem ser criadas já com a certeza da existência do conflito durante sua utilização. Todo deve perceber e buscar o melhor equilíbrio nos momentos de decisão. Precisamos nos conscientizar devido sermos responsáveis pela nossa felicidade e também pela felicidade das pessoas, de nossos funcionários/colaboradores, de nossa família e de nossa comunidade. Muito precisa ser realizado para evitarmos transtornos em nosso dia e pouco é feito de fato para melhorarmos nossa convivência.
Vejo a individualidade prevalecendo nas tomadas de decisões, fazendo e criando grandes desastres de difícil correção. Pois, enquanto o individual prevalecer sobre o coletivo estaremos sempre vivenciando misérias, aconchavos, mentiras, desrespeitos às pessoas e aos profissionais e o pior, o afastamento da humanidade do sentimento de amor ao próximo e a si mesmo. Vivemos em um mundo real que nos deixa transtornados com ações de alguns políticos, empresários, empresas e até nos mesmo virando um simples “robô”, desrespeitando a tudo e a todos na busca da tão sonhada felicidade que dificilmente encontramos para desfrutá-la. Vivemos momentos de ilusão sonhando com felicidades que dificilmente virão do modo procurado. E quando conseguimos a tal felicidade buscada percebemos, muitas vezes, a falta de alguém para compartilhá-la, trazendo de volta, com isso, a infelicidade passando, assim, a fazer parte de nossa vida com mais força e prejuízos incalculáveis.
Certamente, não é fácil vivermos no mundo real e é até mais cômodo criarmos e vivermos em um mundo ilusório, pois, o desinteresse pela felicidade dos outros nos leva a um grau de frieza humana incontestável e responsável pelo aumento das dificuldades em todos os sentidos. Somos seres movidos, quase sempre, por emoção e precisamos saber criar e administrar a razão em nossos procedimentos e decisões. A mentira deve ser substituída pela verdade e bom senso, desta forma poderemos criar um melhor equilíbrio e estaremos respeitando todos os envolvidos no processo. As articulações devem ser feitas desde que possam beneficiar a coletividade e não seja algo imoral e desrespeitoso, muito menos estritamente individual. As estratégias serão sempre bem elaboradas a partir do momento que possamos eliminar os conflitos e criarmos condições descentes de analisarmos e fazermos acontecer algo de bom e relativamente voltado ao todo, ao coletivo, às organizações em um âmbito da busca da verdade para convivermos no mundo real podendo até criar algumas fantasias para nós, desde que, não prejudiquemos outras pessoas e profissionais.

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