O governo brasileiro, através do Exército, com homens de diversas unidades, inclusive do Amazonas, tem sido um dos importantes aliados do Haiti País do continente Africano, arrasado por guerra civil e terremotos, onde o Brasil comanda a missão de paz para implantação do Estado Democrático. A relação com os haitianos vai além da conquista do apoio e simpatia do Exército Brasileiro, a nossa população é extremamente solidária e tem feito o possível para minorar o sofrimento daquele povo.
Nós que somos uma Nação da alegria movida pela democracia, futebol, carnaval e que figura como um dos maiores produtores de alimentos do mundo, livres da possibilidade de terremotos, não temos a dimensão exata do que significa ter a família destruída, ora pela ação da guerra civil ou pela ação dos fenômenos naturais como terremotos, onde se perde tudo o que é necessário para se ter uma vida digna.
Mobilizados por ações da Igreja Católica, em todo o País são recolhidos donativos e enviados para socorrer os haitianos. Os brasileiros também têm realizado ações para levar entretenimento, alegria, notadamente para as crianças, juventude e idosos, através de atividades desportistas como partidas de futebol com a presença de renomados jogadores da seleção brasileira, peladas nos moldes que ocorrem no Brasil e até corridas de rua.
A imprensa não tem agido diferente em relação ao povo do Haiti, mostrando para o mundo as difíceis situações por eles enfrentadas. Sonhando com a possibilidade de reconstruir suas vidas, os haitianos passaram a vir para o Brasil, sendo o Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, os estados preferidos por eles, homens e mulheres, muitos delas grávidas, que trazem conseguem apenas a esperança.
A corrida dos haitianos de lá para cá, acontece com a permissão do governo brasileiro, que desta vez foi ineficiente, portanto incapaz de se preparar para receber nossos irmãos com a dignidade que merecem e, assim evitar que o sonho deles transformasse em pesadelo.
Verdade é que abandonados à própria sorte, como infelizmente também ocorre com milhões de brasileiros, a Pastoral do Migrante da Igreja Católica teve que fazer o papel do governo federal, acolhendo-os nas suas dependências com instalações sanitárias, água, luz, telefone, internet, alimentação, gestão para tramitar a legalização, profissionalização e inserção no mercado de trabalho.

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