O desarmamento e a opinião pública

Em 2005, após muitas e muitas idas e vindas, foi realizado um Plebiscito no Brasil sobre se nós, o povo, poderíamos adquirir uma arma de fogo ou não. Mais de 63% da população votou que queria ter esse direito. Sim, isso mesmo, a maioria decidiu que teríamos que ter esse direito à nossa defesa e de nossas famílias, sim. Mas, o que ocorreu? Os nossos políticos, que só nos procuram e nos dão atenção em época de buscar nossos votos, simplesmente criaram o Estatuto do Desarmamento, que, na prática, dificultou o nosso acesso legal às armas de fogo para nossa defesa.

Interessante, quando eu era um garoto, as grandes lojas de magazines comercializavam armas de fogo para os cidadãos de bem. Ou seja, muitos podiam comprar armas em lojas de departamentos e em lojas de caça e pesca. E, naqueles anos 60 e 70, não havia muitos casos comuns de assassinatos domésticos ou suicídios devido à posse dessas armas. Claro que eram vendidas para cidadão comuns, tipo “ficha limpa”. Alguns podem dizer: “Ah, naquele tempo não tinha o problema de drogas e não havia a violência do tráfico em busca das nossas armas”.

Bem, considerando que o primeiro caso na História de uso de drogas data de mais de 5.000 anos, e os milhões e milhões de casos de Ópio, LSD, maconha etc, sempre tivemos drogas na Sociedade. Sempre! E existe o tabaco comum, que vicia e mata, mas podemos fumar. Sabe por quê? Porque paga-se impostos absurdos e não enlouquece o usuário.

Apenas o mata e aumenta as despesas do SUS. Só isso. Só isso? Bem, atualmente, o maior negócio do mundo, acima do petróleo, é o tráfico de drogas. E esses negociadores, em alto nível, acessam as melhores e mais modernas armas de fogo e munição para se defenderem de quadrilhas rivais ou para assaltar e ganhar mais liquidez ou para manter o poder.

Enfim, com tanto poder, será que eles se arriscariam tentando entrar em residências em busca de revólver 22 ou 38? Eles não. Talvez, talvez, o pequeno meliante, cheio de coragem adquirida com a cocaína cheirada, possa tentar. Mas, a única coisa que bandido teme é bala. Assim, com os nossos 22 e 38, teríamos a chance de sobreviver e salvar nossas famílias. Chance! Poderíamos morrer? Sim, mas não morreríamos feito ovelha no abatedouro.

Enfim, as mesmas pessoas que buscavam nossos votos e agora são eleitos e se tornam autoridades, ganhando rios de dinheiro, aliás fruto dos nossos impostos, possuem hordas de seguranças pessoais e patrimoniais. E esses seguranças não andam com flores e sim, com armas de fogo. Daí eu me pergunto: quem é o certo? É a autoridade que não dispensa a segurança com medo de enfrentar a opinião pública ou é a autoridade que não nos permite comprar armas para a nossa defesa? Mas, a vida segue.

Hoje em dia é difícil comprar armas de fogo no nosso Brasil? Sim e são caras. Já vimos, nos noticiários, a quantidade e qualidade das armas dos traficantes. Então eles podem adquirir e nós não? Tudo bem, não se pode comparar! Mas, os bandidos continuam armados. E nós, não! Ou seja, estamos totalmente desprotegidos. Ah, alguns dizem, a nossa segurança é responsabilidade da Polícia. OK! Cada brasileiro então terá um policial consigo por 24 horas, eternamente? Resumindo: o povo armado se defende de bandidos e de atitudes violentas, disfarçadas de ideologias radicais. Isso incomoda alguns poderosos de plantão.

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