O ciclo da vida e as percepções seculares

Nossa conversa de hoje, traz um tom ainda mais reflexivo quanto ao que se convenciona de atributos que prescrevem a valorização, ou o pouco caso que se faz da vida humana. Por certo o leitor poderá está se questionando sobre o que se quer dizer?. Estamos assistindo perplexos, o que grande parte das pessoas já sabe. Cada vez mais, a vida humana tem se tornado tão vulnerável, sob todos os aspectos. Poderíamos dizer que a desvalorização da vida chegou as raias do absurdo. Evidentemente que as letras desta breve trajetória, estão recheadas de indignação e protesto. E não poderia ser diferente. Todos os indícios que a grande mídia vem noticiando dão conta de que o momento, até onde a percepção alcança, tem sido de completo descaso com vida. Por falar em vida, a Bíblia lembra que ela é uma dádiva de Deus, e que em nenhum momento foi escrito de que um outro ser teria autoridade para ceifá-la, a não ser o próprio Deus que a criou.

Lidando com a destruição do ser
Não podemos cruzar os braços diante de tudo que está acontecendo a nossa volta. Assim como perceber que não se poderia ficar a parte sem nos posicionar.
Esta coluna não ficará apática ante aos desmandos de toda e qualquer forma de violência, ou violação do direito sagrado à vida em toda sua plenitude. Mas se deseja abrir uma grande discussão em torno da maior genocídio que se tem notícia nos últimos dez anos. Para ser mais exato, neste século, os primeiros meses deste ano, foram manchados pela incoerência e frieza de uns poucos insensíveis com a vida humana. É bem verdade que ainda não aprendemos a conviver e lidar com a destruição do ser, mesmo porque não teríamos esta prerrogativa. Porém, temos aprendido que muitos ditos humanos têm se revestido de sentimentos homicidas. São indivíduos calculistas que sob pretextos inexplicáveis, usam de violência para tirar a vida de muitos viventes.

Vidas ceifadas todos os dias sob pretextos banais
É sabido que em várias partes do mundo, centenas de pessoas são mortas violentamente. A falta de um sentimento humanista, tem tornado milhares de humanos cuja frieza é patente aos olhos, quando se trata de brutalizar seu semelhante. São muitos os nomes dados a eles: kamikazes, homens e mulheres-bombas que em nome de uma religião, uma filosofia, emprestam suas preciosas vidas todos os dias, sob pretextos banais. Trazendo este assunto a um contexto mais próximo, o noticiário desta cidade, relatou sobre duas jovens que dirigiam um automóvel completamente embriagadas, leia-se álcool e sabe-se lá o que mais. Resultado: cometeram dois homicídios. Em outras palavras, estas jovens por conta de momentos de euforia e descontrole deram cabo a vida de duas outras jovens trabalhadoras que saiam do labor. As vítimas foram arremessadas violentamente, não tendo nenhuma chance de defesa, vindo a óbito.

A dor se confunde com sentimento de impotência
Perguntas que não podem ficar sem respostas: Em que século estamos? O que estamos fazendo de nós e de nossos semelhantes? As respostas estão presentes por toda parte, basta que saiamos às ruas, ou abramos os jornais.
Naturalmente um fato que ganha repercussão nacional e comoção geral da sociedade gera inúmeras reflexões. Principalmente se analisarmos a intensidade da dor da perda experimentada por seus entes queridos. Sobre vários pontos de vista, a vida das pessoas, nesta nova fase, tem sido confundida com efêmeros momentos de satisfação, materializada pelo acumulo de riquezas, demais interesses escusos. Tudo leva a crer que um sentimento de impotência toma a todos de assalto.

A boa semente que se plantar renderá bons frutos
Como dizem os estudiosos do comportamento, a comunicação atrelada ao equilíbrio psíquico é o exercício da maturidade para homens e mulheres de boa vontade. Afinal, tudo é passível de interpretação por parte de uma sociedade, muitas vezes, adoecida pela própria natureza de suas ações.
Entendemos que o certo é submeter nossos atos ao feed-ba

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