Novo visual gráfico e mais informações para leitores do JC

Ao optar por segmentar seu conteúdo em 1998, o Jornal do Commercio iniciou sua trilha para novos horizontes sem deixar, no entanto, de veicular informações ligadas ao setor produtivo como, aliás, tem sido a regra desde sua fundação ainda em 1904.
A opção, ao contrário, veio fortalecer os vínculos deste matutino com as indústrias do PIM (Pólo Industrial de Manaus), com o setor de serviços e o comércio manauense ao dirigir-se, com maior ênfase, justamente a um público que tem nas mãos o poder de decisão.
A expansão da economia do Estado do Amazonas, e principalmente do município de Manaus, trouxe ao mercado novas necessidades como a abertura de número maior de escolas de nível superior e especialização, voltadas para atender a demanda por profissionais altamente qualificados das organizações com sede no pólo de Manaus.
A própria cidade, com suas vias atulhadas de veículos, passa por uma metamorfose com a construção de novas ruas e avenidas, assim como de passagens de níveis e viadutos, cujo objetivo final é dotá-la da infra-estrutura necessária à circulação das riquezas aqui geradas.
Mas as transformações, as mudanças não podem ocorrer sem dor, são, pela própria natureza, eventos que trazem, no caso da cidade, algum sofrimento para seus habitantes, já quanto às empresas, a cota de sofrimento fica para seu corpo de colaboradores e administradores.
O Jornal do Commercio como organização jornalística e empresa está em constante mudança, no sentido de obter as melhores informações para bem servir a seus leitores, anunciantes e colaboradores, adotar técnicas modernas de administração, além de estar atento às inovações tecnológicas e metodológicas, a fim de estar preparado para enfrentar um mercado a cada dia mais competitivo.
Esta preocupação se torna presente no dia-a-dia da organização ao adotar técnicas como a certificação ISO 9001:2000, conquista pioneira no segmento jornalístico brasileiro, uma vez que as organizações jornalísticas certificadas à época em que o JC obteve seu certificado de gestão da qualidade, em dezembro de 2002, o obtiveram sem incluir suas redações, um diferencial obtido pela imprensa do Amazonas.
Na marca dos 103 anos, o JC iniciou neste exercício a implantação da administração descentralizada, ampliando, desta forma, o raio de ação de seus gestores ao lhes garantir maior espaço para tomar decisões.
Este mecanismo, já aplicado em grandes corporações nacionais e estrangeiras, tem por finalidade garantir maior agilidade nos níveis intermediários de decisão, oferecendo a colaboradores e fornecedores respostas e serviços imediatos às suas demandas.
Ao se voltar para tratar de economia, o JC se inclui entre os vários segmentos sociais que defendem as prerrogativas do modelo de desenvolvimento implantado no Amazonas na década de 1960.
Ao lado de agentes dos setores público e privado, há sempre espaço neste Jornal do Commercio para rebater os costumeiros ataques à Zona Franca de Manaus, utilizando para isto as informações daqueles que fazem e conhecem o centro industrial aqui radicado.
Em nova empreitada, neste momento o JC assume feições modernas ao passar a apresentar um projeto gráfico com apelo visual mais próximo daquele já em uso pelos grandes jornais segmentados.
Com esta finalidade não podemos deixar de registrar que, na origem da inspiração para o projeto que agora chega às mãos dos leitores, estão “The Wall Street Journal”, onde o vice-presidente Sócrates Bomfim Neto passou, recentemente, uma boa temporada a conhecer novas experiências no jornal norte-americano.
Entre os nacionais é óbvia a inspiração na Gazeta Mercantil até por sua longa tradição como jornal econômico no Brasil.
Ao leitor do Jornal do Commercio é oferecida a partir desta edição maior quantidade de informações já em sua capa. As páginas de Opinião, agora duas, também abrem espaços maiores para abrigar textos de articulistas.
Assim, o JC que está em suas mãos também é um produto e, por isto, deve oferecer satisfação a que

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