Novo jogo de mercado exige política moderna

Preconizando uma Lei de Comércio Exterior moderna e pró-ativa “e não mais apenas medidas tópicas e reativas, como ocorre no momento”, o presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), Benedicto Fonseca Moreira, abriu o 27º Enaex, tradicional encontro dos empresários que operam as atividades de exportação e importação no Brasil, na quinta-feira última), no Hotel Glória, no Rio de Janeiro, presentes autoridades da área e cerca de 1.500 em­presários do setor.

Moreira ressaltou que o país está despreparado e desatualizado para “o novo jogo internacional, que se define na competitividade levada ao extremo e assentada, principalmente, em fatores como vantagens comparativas (que estão sendo superadas pelas vantagens competitivas impulsionadas pelas inovações); na nova escalada da produção, em maior quantidade e qualidade, criando condições negociáveis para a expressiva abertura aos mercados mun­diais através da proliferação de acordos bilaterais que desviam correntes de comércio, reorientam os investimentos e induz à fragmentação da produção que, por sua vez, amplia a inserção internacional; o protecionismo –acentuou Moreira– não morreu; ao contrário, ampliou-se via métodos sofisticados.

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