Novo banco vai reforçar inovação tecnológica

Instituição financeira criada pelo grupo terá capital inicial de US$ 50 bilhões

A presidente Dilma Rousseff disse ontem (15) que está otimista com a criação do Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics e de um fundo de reservas para o bloco, que reúne cinco países – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Ao sair do hotel onde está hospedada em Fortaleza, para participar da sexta reunião de cúpula do bloco, ela ressaltou que a instituição deverá beneficiar os países emergentes e em desenvolvimento.
“O banco vai contribuir com recursos para garantir investimentos em infraestrutura. O Acordo Contingente de Reservas, com montante de US$ 100 bilhões, vai contribuir para que esse processo de volatilidade, enfrentado por diversas economias quando da saída dos Estados Unidos da política de expansão monetária, seja mais contido, mais administrado. [Isso] dá segurança, uma espécie de rede de proteção aos países dos Brics e aos demais”, disse a presidente.
A criação do banco e do fundo de reserva deve ser anunciada na tarde de ontem, após reunião dos chefes de Estado dos Brics. O banco terá capital inicial de US$ 50 bilhões, sendo US$ 10 bilhões em recursos e US$ 40 bilhões em garantias. Depois da assinatura do acordo para a criação, o banco terá que ser aprovado pelos parlamentos dos cinco países. O fundo terá capital inicial de US$ 100 bilhões, para os países do bloco com dificuldades financeiras.
Ao sair de reunião com os presidentes da Rússia, Vladimir Putin; da China, Xi Jinping; da África do Sul, Jacob Zuma, além do primeiro-ministro da Índia, Narenda Modi, na manhã de ontem (15), a presidente Dilma Rousseff escreveu, em seu perfil no Twitter, que os Brics (bloco formado pelos quatro países e o Brasil) vive um momento especial.
Segundo a presidente Dilma, isso ocorre em função do fortalecimento de duas iniciativas que estão sendo debatidas durante encontro em Fortaleza.
“A primeira é a criação do novo banco de desenvolvimento, instituição voltada ao financiamento de projetos de infraestrutura.
A segunda iniciativa, segundo Dilma, é uma linha de contingenciamento de reservas, um seguro dos Brics contra a instabilidade do mercado financeiro internacional”, tuitou a presidente. Os chefes de Estado participaram da primeira reunião privada de trabalho da cúpula, e posaram para foto oficial.

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