Segundo o cientista Daniel Richter, da Universidade Duke (EUA), o Antropoceno pode constituir-se numa grande questão científica e política, considerando que mais da metade do solo terrestre é usado de forma exploratória pelo homem. O calendário da Terra conta com cerca de 4,5 bilhões de anos e é dividido em éons, eras, períodos e, finalmente, épocas. Evidências geológicas mostram que, nos primeiros 2 mil a 3 mil anos do Holoceno, a temperatura e o nível dos oceanos subiram num primeiro momento e depois se estabilizaram, no mais longo período interglacial dos últimos 250 mil anos.
O Prêmio Nobel de Química de 1995, Paul J. Crutzen, do Instituto Max Plank (Alemanha), foi o primeiro cientista a defender abertamente o reconhecimento da era ‘antropocênica’ (“antropo” significa homem) e da Revolução Industrial como marcos históricos, uma vez que a influência humana se tornou evidente desde aquela época. Sua tese é a de que “a taxa de urbanização aumentou dez vezes no último século” e que, “em algumas gerações, a humanidade extinguirá os combustíveis fósseis gerados ao longo das últimas centenas de milhões de anos”.
O cientista e geólogo Andrew Gale, da Universidade de Portsmouth, membro da Sociedade Geológica de Londres, disse ao jornal “The Times” que concorda com o argumento do químico e de seus colegas geólogos, pois segundo ele, “as atividades humanas tornaram-se a principal força por trás das grandes mudanças na topografia e no clima” … “você não pode ter 6,5 bilhões de pessoas morando em um planeta do tamanho do nosso e explorar cada recurso possível sem provocar gigantescas alterações nos ambientes físico, químico e biológico, que estarão refletidas de forma dramática em nosso registro geológico.”

Ferrovia no Amazonas
Se olharmos o mapa das ferrovias no Brasil vamos poder observar o gigantesco vazio que há na região amazônica (Amazônia brasileira) em relação às regiões nordeste e centro-oeste, as quais constituem fronteiras regionais. Neste sentido tenho me perguntado qual a razão pragmática para a construção de uma ferrovia no estado do Amazonas. É claro que a idéia de se optar por uma ferrovia em relação a uma rodovia, no que se refere a qualquer proposta de integração, é sempre bem vinda, particularmente no que se refere à questão ambiental. Entretanto, fica a dúvida em minha mente da utilidade deste modal em meio a um gigantesco vazio geográfico. Será que vale à pena o Estado e o setor privado arcarem com os custos de construção e manutenção desta ferrovia tomando por base não a sua viabilidade econômica, mas o custo-benefício de sua existência e de sua significância ao longo do tempo. Não teríamos em verdade a reedição de uma nova Madeira-Mamoré, não em relação ao seu tamanho ou complexidade construtiva, mas em relação à sua real utilidade para a economia local e regional.

Pena de morte
O pressuposto para a prática de um crime é a sua premeditação. Da mesma forma a pena de morte deve basear-se no argumento de um pré-julgamento em tribunal qualificado. A vida de quem foi ou de quem vai ser tirada já não está mais importando. O que deve prevalecer é o preço a ser pago por um homicídio doloso ou culposo, pré-meditado.
Esta deveria também ser a sentença para aqueles que tenham feito uso do aparelhamento público para praticar crimes contra a pessoa. Isto é. Os criminosos condenados pela lei, que tenham praticado qualquer tipo de crime, por exemplo, com uso de armas de instituições militares – o que tem sido uma constante em nosso país. A despeito disto soa muito estranho a facilidade como são incorporados os “cidadãos” que ingressam nas forças militares auxiliares e acabam por se revelarem como “bandidos públicos”, exatamente por estarem à serviço da coisa pública, que é mantida pelo contribuinte.
É bom que se diga que tais forças militares auxiliares deveriam tornar mais transparentes os meios e os critérios de seleção de seu pessoal, de modo que a sociedade organizada possa fiscalizar melhor tais

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