Criada em 2011 por Rafael Belmonte e Daniel Arcoverde, a Netshow.me foi criada pra ser uma solução ao universo musical de shows online. Na época, a plataforma chegou a fazer mais de 3 mil transmissões ao vivo e, em 2016, os sócios começaram a desenhar um modelo de negócios voltado para o ambiente corporativo, que estava carente por opções de transmissões ao vivo mais profissionais.

Após a pivotagem, a startup decolou. No início do ano, com a pandemia e o isolamento social, a Netshow.me registrou crescimento de 425% nas buscas em suas plataforma. “Se nós não tivéssemos tido resiliência, não teríamos chegado onde estamos agora, com uma pandemia que ninguém podia prever que acelerou muito o nosso mercado”, afirma Belmonte.

A Netshow.me atua na resolução de problemas nas transmissões corporativas. Segundo o sócio, o foco é profissionalizar a distribuição e o consumo de conteúdos digitais nas corporações. “O público que nos procura hoje está dividido entre traumatizados e inovadores. Pessoas que tentaram fazer a transmissão sozinhas, não deram conta, e se traumatizaram com as dificuldades, mas há também aquelas que estão dispostas a inovar e querem fazer do jeito certo”, revela o empreendedor.

Em 2016, antes da mudança de estratégia, a empresa passou pelo programa de aceleração da Wayra, hub de inovação de Telefónica no mundo e da Vivo no Brasil, onde adquiriram novas experiências e destravaram conceitos que antes não conheciam. Os fundadores seguiram o mesmo nome e a mesma tecnologia, entretanto, passaram a focar em um novo público.

“Nessa nova toada, estamos crescendo com velocidade: nos primeiros anos foram cinco vezes, depois três vezes, e hoje, estamos dobrando de tamanho a cada ano. Para 2020, a nossa meta era dobrar de tamanho, mas devido ao impulso que ganhamos com a COVID-19, provavelmente iremos triplicar”, acrescenta Belmonte. “Essa educação, como empreendedor, foi muito importante, e também tivemos muitas novas oportunidades comerciais, de novos contratos mesmo, inclusive com a própria Telefônica.”

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