Namorado quer comprar presente barato e a vista

Procurar um presente que agrade ao companheiro e ao bolso. Essa será a missão dos casais nesse 12 de junho, Dia dos Namorados. Sondagem realizada pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) mostra que 69,6% dos consumidores pretendem presentear gastando, em média R$ 59, e a maioria pretende pagar à vista. Ainda no grupo dos econômicos, 32,2% afirmaram que pretendem pesquisar em pelo menos três estabelecimentos antes de efetivar a compra.
Pouco mais de 50% das mulheres afirmaram que adquiririam presentes com uma semana de antecedência, enquanto 47,2% dos homens vão deixar para comprar o presente na véspera do dia 12.
Para 71,8% dos entrevistados, quitar contas atrasadas em vez de comprar presentes, seria prioridade nesse Dia dos Namorados. A falta de condições financeiras também foi apontada por 31,8% dos paulistanos como motivo para não presentear em 12 de junho.

Mais comprados

Quanto aos presentes, 27,5% dos casais pretendem dar roupas, acessórios ou calçados, 8% perfumes ou cosméticos e 5,6% telefones celulares. No entanto, o maior grupo é o dos indecisos, com 36,8%, sendo que os homens são maioria, 44,6%, ante 27,3% das mulheres.

Entre os objetos de desejo, os telefones celulares estão na dianteira, com 24,6%, sendo seguido de longe pelos CDs/DVDs, com 6,1%. Território normalmente associado aos homens, o interesse em tecnologia cresceu entre as mulheres. Os telefones celulares são cobiçados por 26,1% delas, 7,5% CDs/DVDs, e 7,1% eletroeletrônicos. Por outro lado, após os aparelhos de celular (23,4%), os homens preferem o bom e velho livro como segunda opção de presente, com 5,6%.
Se a opinião diverge sobre o que dar de presente e o que desejaria ganhar, uma é coisa é certa, 100% dos casais sabem com quem querem passar este Dia dos Namorados.
A Pesquisa Direta Fecomercio foi realizada junto a 1115 pessoas no dia 28 de maio de 2010. A Federação do Comércio do Estado de São Paulo é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa empresas e congrega 152 sindicatos patronais, que abrangem mais de 600 mil companhias e respondem por 11% do PIB (Produto Interno Bruto) paulista –que representa em torno de 4% do PIB brasileiro- gerando em torno de cinco milhões de empregos na região.

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