11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Música digital cresce 185% no Brasil

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Em 2006, esse setor era de 11% nas vendas de música e em 2003 era praticamente inexistente, o que faz da música o setor mais avançado digitalmente

Segundo o Digital Music Report, documento divulgado pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica, em 2006, o faturamento da música digital havia sido de US$ 2.1 bilhões. Com esse registro o segmento passa a representar 15% das receitas totais da indústria fonográfica mundial.

Em 2006, esse setor era de 11% nas vendas de música e em 2003 era praticamente inexistente, o que faz da música o setor mais avançado digitalmente da área de entretenimento, atrás apenas do setor de jogos eletrônicos.

Os Estados Unidos, o Japão e o Reino Unido lideram o ranking de vendas de músicas digitais no mundo. Estima-se que para cada download feito a partir de lojas on-line devidamente autorizadas, 20 são feitos de forma ilegal, infringindo a lei e os Direitos Autorais.

Desempenho nacional

Pela primeira vez, a ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Disco) divulga esta­tísticas oficiais sobre o mercado de música digital no país, antecipando parte do relatório que será divulgado na primeira quinzena de março, juntamente com as estatísticas de 2007, de vendas de CDs e DVDs.

As receitas com música digital no Brasil, apresentaram no ano passado, aumento de 185% em relação a 2006. As vendas através de telefonia celular cresceram 157% em 2007 e suas receitas representaram 76% do total do mercado digital.

Entretanto, houve também um crescimento notável nas receitas advindas de licenciamentos e vendas pela internet, que representaram, em 2007, 24% do mercado digital (internet e telefonia móvel), enquanto este percentual em 2006, era equivalente a apenas 4%.

Estima-se que 8% do faturamento total do mercado brasileiro de música em 2007 tenha sido advindo das vendas digitais. Em 2006, esse percentual foi de apenas 2%.

“Fica claramente demonstrado como a diversificação de modelos de negócio tanto na internet como na telefonia móvel, está sendo benéfica para criadores e produtores de música, e nos permite vislumbrar um futuro em que as receitas digitais compensarão a redução verificada nos últimos anos no mercado de suportes físicos contendo música”, disse o presidente da ABPD, Paulo Rosa.

“Para que este futuro se torne realidade, é imperativo que os provedores de acesso à internet assumam um papel muito mais (pró-) ativo e eficaz na proteção dos direitos dos criadores de música, que vem sendo sistemática e flagrantemente desrespeitados em suas redes, em benefício de um mercado on-line sadio e legítimo”, concluiu Rosa.

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