Multinacional Iscar projeta alta de 30% em Manaus

Confiante na continuidade do crescimento do setor de duas rodas no PIM (Pólo Industrial de Manaus), a multinacional israelense Iscar projeta para esse ano um incremento de 30% no faturamento de sua filial na cidade em relação ao desempenho do ano passado. A empresa é uma das maiores do mundo na área de ferramentas de corte para usinagem de metais e vice-líder no mercado nacional, com 20% de market share.
A companhia, que aposta na regionalização como medida para assumir o primeiro posto do setor de ferramentas de corte para usinagem no país, registrou no ano passado um crescimento de R$ 10 milhões em novos negócios em nível nacional, o que significou uma expansão de 20% em relação a 2006. Para esse ano, as projeções são otimistas, e sinalizam para uma nova alta acima de dois dígitos.
Nesse sentido, a capital amazonense será estratégica para os planos da empresa na região Norte, pois responde, sozinha, por 90% dos seus negócios nessa área do país.

Possibilidade
de expansão

Mesmo não apontando como certa, o presidente da Iscar do Brasil, Eduardo Ribeiro, não descartou a possibilidade de instalação de uma unidade fabril na cidade, mas observou que a produção local só se tornará realidade dependendo do crescimento da região, que responde atualmente por apenas 8% das receitas da organização em nível nacional.
“O mercado local está em crescimento, e a filial de Manaus é a única que temos fora de São Paulo”, observou o presidente, ressaltando que o impulso no cenário local deve-se mesmo ao foco no pólo de duas rodas, responsável pela ­absorção de 80% dos seus produtos e serviços na região. No ano passado, o faturamento da empresa em nível local foi 25% acima do observado em 2006.

Produtos
importados

A maior parte dos produtos da Iscar são importados de Israel (apenas 20% é produzido no país), sendo que na se­mana passada a companhia anunciou o lançamento de 590 produtos da ­linha 2008. Mesmo com o posto de quinto maior mercado da companhia (atrás de Estados Unidos, Alemanha, Itália e França), o Brasil tornou-se o primeiro país depois de Israel a fazer os novos lançamentos.
A subsidiária brasileira vem apresentando taxas médias de expansão de dois dígitos, o que lhe assegura a quinta posição em vendas dentre as mais de 60 unidades espalhadas pelo mundo.

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