5 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Tenho o hábito de acordar na madrugada, ligar meu bom amigo radinho de pilha, sintonizando na programação da Super Rede Boa Vontade de Comunicação, que, em Manaus, pode ser alcançada na frequência AM 610.

Hoje, ouvindo as palavras do Irmão Dr. Adolfo Bezerra de Menezes (Espírito) pela psicofonia do legionário da Boa Vontade Francisco Periotto, exaltava-se o protagonismo das células femininas na história e cuidado de suas famílias.

Não é à toa que nos soa suave, gentil e afirmativo concluir que a ‘Família Humanidade’ é formada pelas mulheres e a prole delas…

Em certo momento da gravação, o cearense de Riacho do Sangue, reconhecido como ‘médico dos pobres’ (exerceu a medicina em sua última reencarnação no Brasil, entre 1831 e 1900), pontuou como sentença: “CUIDA DA FAMÍLIA E O MUNDO SERÁ MAIS FELIZ”.

Alguém já se perguntou sobre a razão das famílias serem criadas antes das nações?

Das imagens mais duras da loucura humana que nos chegam, aquelas das fronteiras ucranianas, onde centenas de milhares de mulheres e suas almas maternais atravessam crianças, retratam a insensatez de qualquer conflito armado e a falência da experiência humana.

Na Bíblia Sagrada, na segunda carta de Paulo a Timóteo, o apóstolo cristão reconhece, no primeiro capítulo, a dor de qualquer separação física familiar: “ 3 Dou graças a Deus, a quem, desde os meus antepassados, sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço memória de ti nas minhas orações, noite e dia; 4 Desejando muito ver-te, lembrando-me das tuas lágrimas, para me encher de gozo; 5 Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Loidé e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti”.

Ao valorizar as mulheres, aquele que combatia os seguidores do Cristo e se tornou o principal expansionista cristão após o ‘encontro iluminado’ com o Mestre, de cego, passou a enxergar no “Caminho” (expressão usada nos primeiros passos do Cristianismo) o sentido maior da justiça social e espiritual que destruiu, sem armas, o histórico império romano: o AMOR.

Poucos exaltam, na incompetência misógina de nossa civilização humana, que foi o amor materno de Maria, mãe do verdadeiro Messias, que acolheu e conduziu em seu seio, o planejamento estratégico do Caminho e o sentido das inúmeras ‘Bastilhas’ que precisamos derrubar ao longo do Planeta.

Contra os insensatos, sedutores, loucos, irresponsáveis, oportunistas, prefiro, seguindo o conselho de Paulo a Timóteo: “combater o bom combate, na carreira da vida, guardando a fé”. 

E nesse sentido, me dirijo ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, diante do papel da ONU no combate ao avanço do discurso de ódio e da polarização nas democracias, onde mulheres, minorias, refugiados e migrantes têm sido cada vez mais estigmatizados.

Convide o amor materno da física e política alemã Angela Merkel para nos conduzir aos caminhos de paz tão necessários em nome da ONU.

Além de falar russo e entender o que diz e pensa Vladimir Putin, o jeito feminino de Merkel há de cuidar melhor da falida diplomacia masculina, perdida no tempo, como “cego em tiroteio”.

No Brasil, caríssimo secretário-geral, estaremos em outubro, democraticamente, afastando do nosso Planalto Central, as “forças obscuras” que “ameaçam valores democráticos, a estabilidade social e a paz” brasileiras.

Nunca fomos e não somos este discurso trazido ao Brasil desde 2018.

E consigo visualizar, em tempo mais curto, uma resposta justa do povo e da Assembleia Legislativa de São Paulo, retirando, de vez, um parlamentar que deve causar muita tristeza a sua mãe, ao desrespeitar nossas irmãs ucranianas…

Com certeza, caro Guterres, é tempo de tirar do Brasil e da Terra todas “essas forças obscuras” que “estigmatizam mulheres, minorias, migrantes e refugiados”.

Seu discurso, irmão e amigo, proferido no Egito em 2019 continua atualíssimo.

Ao pedir sinceras desculpas às mulheres ucranianas, em nome de todos nós, brasileiros, reiteramos que suas palavras, secretário-geral, nos representam e reverberam, até hoje, nos corações de nossa Nação, Pátria do Evangelho e coração do Mundo. 

Todos concordamos contigo, em grau, número e gênero, que “quando as pessoas são atacadas, fisicamente, verbalmente, ou nas redes sociais, por causa da sua raça, religião, ou etnia, toda a sociedade é diminuída. ”

Que Deus continue abençoando, abundantemente, nossas mulheres e famílias! Sempre! Amém!

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