MTur e UnB querem inibir exploração sexual

O Ministério do Turismo pretende conscientizar aproximadamente 500 mil pessoas, entre turistas e funcionários de locadoras de automóveis, sobre a importância do combate à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo.
Em parceria com a Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) e o Centro de Excelência em Turismo da UnB (Universidade de Brasília), o governo federal apresentou na quinta-feira última, em São Paulo, a campanha Diga não à exploração sexual de crianças e adolescentes, uma das ações do programa TSI (Turismo Sustentável e Infância), lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2004, na intenção de combater a exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo.
Serão distribuídas peças publicitárias sobre os princípios do turismo sustentável com responsabilidade social.
O Ministério do Turismo está investindo R$ 180 mil na confecção desse material, composto por adesivos e tags (cartelas para pendurar nos espelhos retrovisores) para os 100 mil veículos das locadoras e 2.000 prismas para as mesas das locadoras.
Segundo cálculos da Abla, serão conscientizados diretamente 185.560 funcionários e cerca de 300 mil turistas. Esse “efeito multiplicador” pode ser bem maior, uma vez que os tags também poderão ser utilizados como marcadores de livros.
Essa é a segunda participação da Abla como parceira do Ministério do Turismo no TSI. Em 2006 a entidade distribuiu a seus associados sacos de lixo para os veículos, com frases alusivas ao tema. Este ano a adesão tornou-se formal, com o convênio firmado pelo MTur com a Abla e o CET/UnB. “E isso é muito importante, pois assim passamos a atingir um novo público”, afirmou Elisabeth Bahia, coordenadora do TSI.

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