Diante de uma mídia derrotada nas urnas, cada vez mais satirizada por bater dolosamente em Bolsonaro e este encontrar-se  mais forte, temos que vários governadores recuaram e já se posicionam em favor da abertura do comércio e de parte das indústrias, reconhecendo e admitindo o erro crasso, fruto de suas iras e de seus posicionamentos políticos, já que pensam nas eleições de 2022 cegamente. Perderam espaços uns, enquanto outros, como Doria, se enterraram à luz do dia. Nunca buscaram o equilíbrio e atacaram Bolsonaro com a ira do demônio; tendo o tiro saído pela culatra.

Bolsonaro nunca estivera isolado e nunca ficará porque bem antes já pensara em como enfrentar a epidemia sem matar a economia. Demagogos foram alguns governadores que no âmago de suas individualidades, só atrapalharam e nada contribuíram. Tanto isto é verdade, que já autorizaram a abertura de estradas, do comércio em geral, das indústrias e dos pequenos prestadores de serviços. 

Assim, se existira objetivo político ou desfaçatez fora por parte de certos governadores que regrediram em seus pensamentos e atitudes. Bolsonaro nunca alimentara o radicalismo, apenas não dissociara a epidemia da economia; até porque a primeira matará poucos e a economia poderá levar muitos à falência e à fome, resultando numa convulsão social de proporções inimagináveis. Contudo, demos graças a Deus de ocorrer essa epidemia com Bolsonaro e não com o lulopetismo no poder, cujo governo virara as costas para o H1N1. E, demonstrando sensibilidade, Bolsonaro elevara de R$ 200,00 para R$ 600,00 o auxílio emergencial para os trabalhadores informais, fazendo calar Maia que pretendia obter vantagem política. Somando-se a esta decisão, o fato de vários governadores terem em menos de 24 horas mudado seus posicionamentos, é óbvio que Bolsonaro agira corretamente e não politicamente desde seu pronunciamento inicial. Bolsonaro preserva as vidas humanas e as vidas das empresas que alimentam milhares de famílias. Com certeza também sairá maior dessa crise, onde o povo e a sociedade o apoiarão; enquanto muitos se arrependerão de terem dado credito a uma mídia que só busca a desgraça, manipulando os pobres e abusando dos incautos. 

Sejam justos e reconheçam os erros como vários governadores já fizeram. Somos BRASIL que não pode parar porque sem produção, sem comércio e sem serviços não há solução.

*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29  

Fonte: Alfredo Andrade

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