Montadoras de automóveis enfrentam greve

Trabalhadores das montadoras Volks/Audi e Renault/Nissan, instaladas em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, entraram em greve na quinta-feira depois de rejeitarem, em assembléias nas entradas dos turnos da manhã e da tarde, propostas de reajuste salarial apresentadas pelo Sinfavea (Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Os trabalhadores da Volvo, instalada na Cidade Industrial de Curitiba, aceitaram uma das propostas de aumento e trabalham normalmente. Segundo a direção do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, não havia nenhuma rodada de negociações agendada.
Desde quinta-feira da semana passada, os metalúrgicos faziam manifestações em frente às montadoras, com paralisações temporárias dos trabalhos. Na tarde de quarta, o Sinfavea apresentou cinco propostas. Os cerca de 3.600 trabalhadores da Volks/Audi e os cerca de 3.000 da Renault/Nissan sustentam as propostas apresentadas pelo sindicato dos metalúrgicos de reajuste de 8,5% em setembro e R$ 800 de abono em 5 de outubro ou 8,5% de reajuste em janeiro e R$ 2 mil de abono em outubro.
Na Volvo, que realizou assembléia na manhã de quinta, a proposta aprovada pelos trabalhadores foi a de reajuste de 7,44% em novembro e pagamento de R$ 1.500 de abono em 5 de outubro. A Volkswagen, segundo sua assessoria, deixa de produzir 810 veículos por dia na planta paranaense.
Na Renault, o déficit diário é de 700 automóveis e, na Nissan, de 90 veículos. “Se a proposta não for melhorada, a paralisação continua”, afirmou o presidente do sindicato, Sérgio Butka. A data base da categoria é 1º. de setembro.

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