Momento é de ser proativo no Distrito Industrial

A indefinição para a responsabilidade sobre a infraestrutura de áreas do distrito industrial é um fenômeno antigo, mas que insiste em assombrar, empresários, trabalhadores e empreendedores que lamentam a cultura de “apagar incêndios” para questões logísticas que afetam o Brasil. Parece cômodo o “eterno” jogo de empurra para as obras de infraestrutura do distrito industrial. Como se apenas as indústrias, ou melhor, os empresários se beneficiassem dessas vias de escoamento da produção e deslocamento de trabalhadores do Polo Industrial de Manaus. É aquela máxima da paternidade política de determinado projeto. Se exitoso, muitos disputam o DNA do rebento. Se problemático, são deixados para trás a fim de morrer à míngua. No popular, é “cuspir no prato que comeu” e ainda come, o que fica ainda mais feio. O fato é que o distrito industrial não está como um ente à parte no vínculo de urbanidade que une manauaras e manauenses. Ele é um problema (numa outra perspectiva, uma solução) do setor privado, dos sindicatos de trabalhadores e dos governos, em todas as esferas de abrangência. É tão óbvio a necessidade de uma atuação articulada sobre aquela área que fica como um “pleonasmo viciante” a insistência de tocar no tema. Agora os problemas se localizam sobre a área do chamado Distrito 2, ameaçada por voçorocas que se alimentam da falta de manutenção aliada a equívocos prévios de engenharia no local. Num tempo em que a competividade é fator determinante para a atração de investimentos, a demora para soluções logísticas jogam por terra todos os eforços para atrair mais projetos industriais ao coração da Amazônia. A falta de terrenos estáveis para empreendimentos industriais é já há algum tempo um “espinho na carne” daqueles que lutam para o ingresso de novas fábricas no PIM. É fundamental agir com a devida precocidade para evitar a multiplicação de problemas nas áreas já ocupadas. Que todos se unam no melhor para o desenvolvimento de Manaus.

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