Ministro das Cidades promete maiores investimentos em ciclovias

Ao participar das comemorações do Dia Mundial sem Carro na capital federal, o ministro das Cidades, Marcio Fortes, prometeu mais investimentos na construção de ciclovias e bicicletários em todo o país. Perguntado sobre o montante a ser investido, ele disse que os recursos vão ser liberados à medida que as prefeituras pedirem a verba.
“Cada cidade tem uma situação de necessidade”, afirmou. “A bicicleta é fundamental. Com ela, você pode acessar um metrô, um terminal de ônibus e não necessariamente vir de carro. Vamos cuidar mais do meio ambiente, diminuindo a emissão de poluentes”, disse .
O ministro destacou que em alguns locais do país, como Brasília, o regime climático definido facilita o uso de bicicletas. Ele lembrou também que o sistema de locação de bicicletas, já implantado no Rio de Janeiro, diminui os custos com transporte. “Quanto mais gente utiliza bicicletas, mais ciclovias serão construídas”, disse.
Para o presidente da organização não governamental Rodas da Paz, Ronaldo Alves, as comemorações trazem à tona não apenas as discussões sobre o uso intensivo de automóveis, mas também sobre todos os problemas de saúde pública e de falta de qualidade de vida provocados pela situação.

Alternativa não poluente

“Temos uma alternativa não poluente e que agrega pessoas, que é a bicicleta. Imagina o quanto os países vão deixar de gastar com doenças e com mortes no trânsito”. Alves reconhece que as dificuldades ainda são muitas. Em Brasília, por exemplo, dos 600 quilômetros de ciclovia prometidos pelo governo, apenas 42 quilômetros foram construídos até o momento.
Na capital paulista, um grupo de ativistas do Movimento Nossa São Paulo ocupou os espaços destinados a automóveis em um cruzamento próximo à Avenida Paulista para marcar o Dia Mundial Sem Carro.

Vaga Viva

No lugar de carros, o asfalto ganhou grama artificial e pufes na ação denominada de Vaga Viva. “Foi uma forma de chamar a atenção das autoridades para a necessidade de maciços investimentos em transporte coletivo para que os moradores da cidade possam deixar o carro em casa”, justificou o coordenador do Movimento Nossa São Paulo, Maurício Broinizi.

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