11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Ministro da Agricultura anuncia preço mínimo para saca de feijão

Há cerca de um ano, a saca de 60 quilos estava cotada em R$ 60. Poucos meses depois, o preço caiu para R$ 38, o que afastou o interesse dos agricultores

Para assegurar o abastecimento e conter a volatilidade nos preços do feijão, o governo criará um preço mínimo para o produto, informou ontem o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Segundo ele, o Plano Safra 20082009, que será anunciado no início de julho, estabelecerá preço de garantia para a saca do grão em torno de R$ 90.
Com a medida, o produtor poderá vender a saca pelo preço mínimo definido pelo governo, caso o preço esteja abaixo desse valor no período da colheita. Se a cotação for maior, o feijão será vendido diretamente no mercado. Como os custos de produção e de colheita estão em torno de R$ 70, o lucro estaria garantido.
De acordo com Stephanes, que discutiu na tarde de ontem detalhes do Plano Safra com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o objetivo é impedir que as súbitas variações no preço do feijão traga reflexos sobre a inflação, como ocorreu no segundo semestre do ano passado.
A gente tem de quebrar essa volatilidade do feijão. O feijão, a gente não armazena, não importa, nem exporta e tem ciclo de produção de apenas 90 dias, destacou. É um produto totalmente atípico. Se você der um preço de garantia que dá um lucro razoável, você mantém uma capacidade constante de produção, complementou o ministro.
Há cerca de um ano, a saca de 60 quilos estava cotada em R$ 60. Poucos meses depois, o preço caiu para R$ 38, o que afastou o interesse dos agricultores. Com a queda da produção, a cotação disparou para R$ 200 a saca. Atualmente, o preço está por volta dos R$ 150.

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