Minha empresa não está sendo entendida: o que fazer?

Infelizmente, muitos empresários, donos e profissionais ligados ao comércio, quando chegam a esta evidencia e ao questionamento supra citado, encontram-se em situações sem retorno ou de difícil solução.
Delegam as responsabilidades a profissionais que, se preparados e experientes, tentam identificar as causas e agem nas seqüelas de uma gestão feita sem direcionamento profissional adequando voltada a resultados imediatistas e sem sustentação profissional.
O que fazer para adaptar minha empresa às necessidades de meu mercado? Como contratar pessoas que relacionem meus produtos às necessidades do mercado consumidor? Será que tenho esta convicção de mudança de hábitos e costumes da minha empresa, ou estou sendo pressionado pelos resultados estabilizados ou em decadência financeira? Muitos donos de empresas do comércio nem percebem que foram tragados pela incompetência na gestão de seus negócios.
A palavra “incompetência”, em algumas interpretações sugere incapacidade para gerir qualquer negócio e até deficiência mental para entender as competências. Em alguns países, ocasiona demissões e até suicídios, como no caso de países orientais. Em nosso caso, apenas iremos interpretá-la como a falta do entendimento das ferramentas adequadas à gestão do negócio, sem assumir o lado pejorativo da expressão.
É um paradoxo cultural, que nos tempos modernos nos leva a reflexões, no mínimo, conflitantes: Como admitir empresas que não tenham noções de como alcançar e manter seus mercado atendido ? Como admitir donos e profissionais do comércio sem a mínima condição de ver o seu mercado, quiçá de entendê-lo ? Seria fácil, se imaginássemos no gestor comercial um ser normal, assim como todos os outros. Contudo, obrigatoriamente, um diferencial deveria colocá-lo em evidencia em relação aos outros: O esforço próprio em melhorar seu lado profissional. Esta característica garante o sucesso em médio e longo prazos, e pode dar longevidade a uma carreira mutável por natureza e carente de profissionais dedicados.
Grandes estrategistas declaram guerra à falta de qualificação profissional de gestores de todos os níveis. Os treinam a suportar pressões, a negociar com sucesso e a entender as competências modernas do profissional do futuro, para melhor aproveitá-las. Existe um movimento, nas grandes corporações, deflagrando a procura e a seleção de profissionais qualificados para postos estratégicos de liderança e atendimento aos clientes.
Todo este movimento torna-se inócuo quando algumas entidades de classes e órgãos reguladores da atividade no mercado, colocam-se em contrapeso do progresso feito. Acabamos “nadando contra maré” ou, às vezes, “morrendo na praia”. O que fazer?
São tantas perguntas feitas, sem resposta, que até acreditamos ser, a atividade comercial, uma atividade desprovida de argumentos técnicos que possam sustentar posturas profissionais duradouras, haja vistas que o mercado é tão incerto, flexível e fiel às suas necessidades, que não podemos garantir nenhum resultado em curto e médio prazos sem um planejamento seguro e contextualizado.
O segredo da interação com mercado está na montagem de estratégias diferenciadas para cada tipo e para cada estágio de maturação do negócio. Ao começar um empreendimento, em qualquer mercado, torna-se necessário um trabalho de prospecção sério, com vistas ao perfeito entrosamento entre cliente (mercado) e empresa. O respeito aos costumes, à faixa etária, à cultura, ao gosto alimentar, às preferências sexuais e ao entretenimento, bem como ao status social vigente naquela comunidade, representam algumas das variáveis fundamentais que influenciarão definitivamente no sucesso ou fracasso do empreendimento.
No caso de empresas já estabelecidas no mercado, necessitamos fazer a “tarefa de casa” e admitirmos uma maior abertura cultural interna para aceitar mudanças provindas de sugestões externas. Criemos uma estrutura de ouvidoria para os clientes e eles saberão identificar nossas fraquezas e fortaleza

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