“Minha Casa, Minha Vida” e PAC 2 geram 4,2 mi de empregos, informa Abramat

A Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), divulgou ontem, na abertura da Feicon 2010, um estudo elaborado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) sobre os reais impactos do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) e da nova fase do programa “Minha Casa, Minha Vida” na economia brasileira, e na construção civil.
Conforme o estudo, o fluxo de investimento de R$ 137 bilhões por ano na construção, decorrentes do PAC 2, vai gerar 2,8 milhões de empregos, e um aumento de renda em toda a economia de R$ 124 bilhões. Isolando-se o “Minha Casa, Minha Vida 2”, com investimentos da ordem de R$ 70 bilhões, serão gerados 1,4 milhão de postos de trabalho, e R$ 63 bilhões de aumento de renda.
Para o presidente da Abramat, Melvyn Fox, o momento de lançamento e os impactos gerados pelo PAC 2 é propício para ressaltar a necessidade da continuidade do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido para materiais de construção. “É um ingrediente fundamental da atual fórmula do crescimento baseado na construção civil. Um aumento de tributação significaria oneração de investimentos, com efeitos negativos na economia”, avaliou.
A pesquisa da FGV conclui que uma redução do IPI dos materiais, em um período de 24 meses, criaria um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) em 1,34%, reduziria a inflação em 0,04% e o déficit habitacional em 0,41%, além de aumentar o emprego em 1,27% e a arrecadação em 1,3%.

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