Meta do BB é se tornar o ‘banco das empresas’

O BB (Banco do Brasil) criou um novo modelo de atendimento para seus clientes empresariais. Segundo o superintendente regional empresarial, Alexandre Brasileiro, isso irá proporcionar aos empresários um atendimento mais particular e customizado.
Segundo o superintendente, a agência empresarial irá atender clientes que faturam no mínimo 25 milhões brutos anualmente. “Outra novidade, foi a criação do Large Corporate, para aqueles que faturam acima de R$ 2 bilhões por ano, representando cerca de 200 grupos empresariais, que são atendidos exclusivamente em São Paulo”, informou.
Outra mudança que ocorreu foi a criação de dez superintendências regionais de atacado em todo o Brasil. “E eu sou responsável pela área que abrange do Alagoas até o Amazonas, nessa área são 7 agências empresariais e algumas plataformas de atendimento, que normalmente tem uma ou duas carteiras do gerente de contas mais uma assistente que cuida dos clientes regionalmente”, explicou Brasileiro, responsável pela implantação da superintendência regional, que possui sede em Recife.
Ele ainda enfatiza que o foco principal do Banco do Brasil é tornar mais próximo ainda o relacionamento com o cliente. “A superintendência regional ficará mais próxima de onde estão acontecendo os fatos econômicos, irá ver a realidade de acordo com os olhos de quem faz acontecer a história econômica do local, e, além disso, irá também trazer mais velocidade no atendimento aos clientes, porque com a criação da regional há a ampliação de alçadas decisórias, que antes ficavam centralizadas na superintendência comercial”, disse Alexandre.

Atendimento VIP

Segundo Brasileiro, com essa proximidade será possível customizar as soluções para o empresário. “O banco conhecerá melhor seu cliente e isso irá tornar mais fácil oferecer uma solução que seja o perfil, a cara dele”, ressaltou o superintendente.
As customizações vão desde ajustes nos cronogramas nas operações de crédito, condicionantes no limite de crédito do cliente em termo de garantia, em termo de prazo e também soluções de fujam daquele portfólio padrão das empresas. “A nossa intenção é tornar o Banco do Brasil o primeiro banco das empresas”, afirma.
Sobre a possibilidade da criação de mais uma agência empresarial, Brasileiro conta que devido o PIB (Produto Interno Bruto) do Amazonas ter tido crescimento de 10,4% em 2010, bem mais que o país, há a possibilidade, futuramente, da criação novas carteiras, mas não de nova agência. “Mas percebemos aqui no Estado o grande potencial de crescimento do middle marketing, puxado, especialmente pelas áreas de transporte fluvial e pelo setor terciário”, comentou Brasileiro.
“E esse mercado é muito importante, especialmente por conta do que a gente chama de cadeia produtiva, que são as grandes empresas que necessitam de fornecedores, que são essenciais para a sobrevivência dela, para isto, fizemos um estudo aprofundado e implantamos o que a gente chama de AF (Antecipação de Fornecimento), que beneficia os fornecedores da cadeia produtiva dos nossos clientes, que de maneira automatizada poderão antecipar os pagamentos dos clientes deles, mesmo o fornecedor não sendo nosso cliente”, destacou Alexandre Brasileiro.
De acordo com o gerente geral do BB, Luiz Henrique Saude, essas mudanças mostram que o banco está preparado para atender a demanda dos grandes projetos ligados à infraestrutura e mobilidade urbana dos grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíada, além dos voltados para construção naval e pré-sal.

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