6 de dezembro de 2021

Atualmente virou quase histeria acadêmica no Brasil a busca constante por “novas” formas de ensino e constituição de empresas pós-contemporâneas. Adotam o ensino à distância como a solução de conforto e mobilidade para os discentes. Proliferam cursos on line, grátis, sobre todo e qualquer disciplina, possível e imaginável. Na verdade, as Instituições de Ensino Superior (IES) estão se tornando totalmente empresas e olvidando a finalidade do Ensino. Nem todas. Mas, acima de tudo, se insere na mente dos alunos que “o mundo mudou”, que as coisas não são como antigamente etc.

Eu até concordo, em parte. Mas, se pararmos para pensar, sem emoções ideológicas ou outra imbecilidade qualquer, vamos chegar à algumas conclusões e responder: quem mudou foi o mundo, as pessoas ou o mercado? Vamos lá: as pessoas não mudaram em nada, pois continuamos a urinar e defecar igual aos homens das cavernas, gostamos de sexo e de diversão, gastamos dinheiro com quinquilharias de moda etc. Ou seja, atualmente as pessoas vivem igual aos meus tatatataravós.

O mundo mudou? Sim, principalmente em dois aspectos: medicina e comunicações. Hoje tem cura para quase tudo, e para tudo, se você tiver dinheiro. E, há uns 40 anos atrás, se você quisesse falar com um amigo, tinha que encontrar o amigo. Hoje, com a tecnologia dos smartphones e com a dinâmica da Internet, auxiliada pelos 5G da vida, a comunicação mundial entre as pessoas é imediata. Isso sim foi uma mudança radical e rapidíssima.

Quantos às coisas, bem, depende. Hoje se produz tudo com data de validade e utilidade de curto prazo. Isso aumenta o consumo. Certo. Mas, nesse campo, o que mudou foi o mercado. Sim. Há muitos anos se comprava um automóvel ou uma geladeira que duravam dezenas de anos, sem problemas. Hoje, tudo dura, no máximo, cinco anos. Depois disso, só despesas. Ok, mas, sempre foi assim, no mercado. Qual é a meta de toda e qualquer empresa? Ganhar dinheiro! E isso é totalmente correto. Eu não quero ter o trabalho de produzir isso ou aquilo.

Eu quero é ter dinheiro para comprar e satisfazer a minha vontade. Não me importa o lucro do produtor ou o trabalho que ele teve. Me importa, tão somente, satisfazer a minha vontade. Ou dar valor ao item que teve um custo e tem um preço. Quem dá o valor somos nós, os consumidores e clientes. Ah, sim, voltando ao tema deste artigo, eu argumento porque o mercado é sempre conservador e não segue “modismos” e nem imbecilidades ideológicas. Simples. Não veja o que é propagandeado por aí. Nem o que é vendido. Nem o que é exposto.

Vamos focar na seleção dos colaboradores de toda e qualquer empresa neste planeta. Será que a mocinha bonitinha ou o garotão da barriga trincada ou o homossexual militante ou o idiota ideologicamente militante vai conseguir um cargo de gerência em uma empresa devido a esses atributos? Não! O mercado não vai te manter com o emprego pelo que você pensa ou em quem você vota. O mercado vai te manter empregado se você produzir! Sim, isso mesmo: produzir! E não importa a dimensão da empresa. Todas elas, sim, todas elas, no mundo, mantém alguém no cargo A ou B pela competência e pelo trabalho produtivo. Não se iluda que falar “todes” por aí, fazer campanha política para o cretino A ou B vai te conseguir um emprego e mantê-lo lá na empresa X ou Y ou Z.

Você tem que produzir, e muito, e muito mais ainda. Um dia você irá descobrir a diferença entre trabalhar e produzir. E espero que seja logo. Esta minha abordagem funciona até com cargos públicos. Gestor nenhum dá cargo sério e de responsabilidade apenas porque a fulana ou o fulano são bonitinhos, são do meu partido político e professam minha opção sexual. Assim você consegue um emprego, que dura até dar um problema ou mudar o político que te pôs lá. O mercado é conservador sim, para selecionar os gerentes e supervisores. E sempre foi assim! Veja por si só, por exemplo, quem são os gerentes de qualquer empresa. Esses têm mérito. E a vida segue!

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