Mercado de metais continuará aquecido

O mercado de metais deve continuar aquecido pelo menos até 2010, acredita o presidente da CVRD (Companhia Vale do Rio Doce), Roger Agnelli. Para ele, há uma percepção também por parte de analistas e investidores de que a crise financeira originada nas hipotecas de segunda linha dos Estados Unidos não vai afetar a demanda mundial de metais, o que estaria expresso nos preços desses produtos e também nas ações da empresa.

As ações ordinárias da Vale na Bovespa acumulam valorização de 106% só este ano até hoje, dia em que teve queda de 0,91%.

A mineradora passou a Petrobras como maior empresa brasileira e, mundialmente, superou a IBM em valor de mercado e se tornou a 31ª empresa global por esse critério. “Em termos de geração de caixa e valor de mercado, ela (a Vale) dobrou em relação ao ano passado”, afirmou Agnelli.

As causas para isso, de acordo com ele, estariam fundamentalmente em função do mercado muito aquecido, dos preços do minério de ferro e de outros produtos da empresa, da aquisição da canadense Inco e dos resultados apresentados.

“Não há nenhum sinal de enfraquecimento” da demanda por metais, disse Agnelli em entrevista na noite de segunda-feira, após receber premiação de destaque da Indústria na festa de 180 anos do “Jornal do Commercio” do Rio de Janeiro.

Em uma breve análise da oferta, Agnelli afirmou que todos os produtores estão trabalhando no limite da capacidade de produção.

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