17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Material escolar aquece comércio

De acordo com a Pesquisa, 7,8% dos entrevistados devem ter gastos em papelarias e livrarias para este ano letivo

Às vésperas do início do ano letivo, consumidores se preparam para as compras de materiais escolares. De acordo com a Pesquisa de Intenção realizada em dezembro de 2012 pela Fecomércio/AM, 7,8% dos entrevistados devem ter gastos em papelarias e livrarias.
O assessor econômico da entidade no Amazonas, José Fernando Pereira da Silva, destaca que esta é a melhor temporada para o segmento.“Por menor que sejam os gastos, pais e universitários precisam realizar compras.De canetas a livros.O consumidor vai a essas lojas”, destaca.
A pesquisa confirma, mostrando que a perspectiva de gasto para o período escolar varia de R$ 50 a mais de R$ 1.000,00. Apenas 2,8% dos 400 entrevistados afirmaram gastar até R$ 50. A maioria deles espera gastar entre R$ 100 e 300. No entanto, 6,7% devem superar R$ 1.000,00. É o caso da psicóloga Patrícia Nogueira. Com duas filhas matriculadas em um dos colégios mais caros da capital amazonense, afirma que a marca já superou R$ 850 para cada uma delas. “E ainda faltam alguns livros”, comenta.

Mesmo com o início das aulas, vestuário e calçados continuam sendo os produtos mais procurados, com percentuais de 37,8% e 28,8%, respectivamente.

Expectativas do consumidor
Quanto à expectativa econômica, a pesquisa observou que 73,8% acreditam que a economia do Amazonas nos próximos seis meses estará um pouco ou muito melhor. Em relação à oportunidade de emprego em Manaus, comparada ao mesmo período do ano passado, foi detectado que 44,8% dos entrevistados afirmaram que conseguir um novo emprego está um pouco ou muito mais fácil e 20,7% relataram estar um pouco ou muito mais difícil conseguir um emprego.
Quanto aos preços praticados no comércio, 64,0% dos entrevistados acreditam que em fevereiro, eles estarão um pouco ou muito mais altos. Sobre o local onde costumam fazer compras, a preferência de 61,5% dos consumidores continua sendo o centro da cidade. Entretanto, 20,5% preferem fazer suas compras no comércio local e 18,0% nos shoppings da cidade.
Em suas compras, os consumidores preferem pagar em dinheiro ou em débito automático (61,3%). Já os pagamentos por meio do cartão de crédito representaram 35,3% do total.
Na avaliação, o consultor econômico destaca que consumidores ainda se importam mais com o preço do que com o conforto. “Metade deles (50%) levam isso em consideração”, diz José Fernando. Na sequência, variedade de produtos (32,8%), promoções (28,5%), variedade de lojas (27,0%), localização (19,8%), segurança (6,3%), climatização (5,8%), e estacionamento com 5,5%.

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